
sábado, 12 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Escoliose afeta entre 2% e 4% da população mundial
A escoliose é uma doença que afeta entre 2 e 4% da população mundial, um enorme contingente de mais de 300 milhões de pessoas que sofrem com o problema em diferentes níveis de gravidade. A estimativa é que cinco em cada mil pessoas tenham a curva da coluna maior do que 20 graus e que uma em cada mil tenha curva maior que 40 graus.
Em novembro, será lançado o livro A Menina da Coluna Torta, de Julia Barroso que narra, em detalhes, a vida de uma adolescente que tem a doença. O livro traz uma série de depoimentos de adolescentes que sofrem com o problema, depoimentos de médicos especialistas, fisioterapeutas que lidam com pacientes com escoliose e traz até dicas de moda para as meninas que precisam usar o colete de Milwaukee. Julia Barroso, autora do livro A Menina da Coluna Torta diz que o problema é complicado porque não afeta só o aspecto físico, mas que com tratamento é possível viver bem.
"O tratamento é só uma fase e, felizmente, passa rápido. Um problema de coluna é algo complicado, sim. Não só mexe com a estrutura física como com a vaidade também. Mas, não é o fim do mundo. Eu sempre dou o meu exemplo e mostro a esses adolescentes, a partir do meu blog e agora do livro, que no fim tudo acaba bem", garante Julia.
Julia Barroso lança seu livro A menina da coluna torta, no dia 10 de novembro, na Livraria Argumento, do Leblon, às 19h. Para saber mais, acompanhe o blog da autora.
Escoliose
A escoliose é descrita pelos especialistas como um desvio da coluna vertebral, para a esquerda ou para a direita, resultando em um formato de “S” ou de “C”. As escolioses podem ter prognósticos muito diferentes, se distinguindo pela progressividade ou gravidade das curvas.
Segundo o médico ortopedista pediátrico Fernando Furst, a escoliose idiopática é de causa desconhecida e é uma deformidade da coluna vertebral. O tratamento envolve fisioterapia, uso do colete e cirurgia e afeta entre 1 a 2% da população infantil. A escoliose pode ser diagnosticada em recém-nascidos (ainda no primeiro ano de vida), infantis (até os três anos) e juvenis (a partir dos 4 anos até a adolescência). A escoliose idiopática do adolescente é um desvio da coluna de causa desconhecida que atinge, na maioria das vezes, em 80% dos casos, as meninas.
Fisioterapia
Outra participação especial no livro é da fisioterapeuta Patrícia Italo Mentges, especializada no tratamento da escoliose, doença ainda desconhecida no Brasil, tanto pela população em geral quanto por boa parte da classe médica. Patricia explica que a fisioterapia é bastante útil nos casos de escoliose e lembra da importância do tratamento no caso de preparo para cirurgias.
" A fisioterapia no tratamento da escoliose permite a regressão do grau das curvas, além de impedir ou retardar a evolução isso, claro, dependendo de cada caso. Na verdade, o sucesso da aplicação da fisioterapia está diretamente relacionado à conscientização do paciente", explica.
Patricia Mentges lembra que é fundamental que paciente, fisioterapeuta e família formem um time e que o profissional de saúde deve se assegurar que o paciente esteja sempre motivado para o tratamento.
from: Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
31/10/2011 | 18h09 | Coluna
Em novembro, será lançado o livro A Menina da Coluna Torta, de Julia Barroso que narra, em detalhes, a vida de uma adolescente que tem a doença. O livro traz uma série de depoimentos de adolescentes que sofrem com o problema, depoimentos de médicos especialistas, fisioterapeutas que lidam com pacientes com escoliose e traz até dicas de moda para as meninas que precisam usar o colete de Milwaukee. Julia Barroso, autora do livro A Menina da Coluna Torta diz que o problema é complicado porque não afeta só o aspecto físico, mas que com tratamento é possível viver bem.
"O tratamento é só uma fase e, felizmente, passa rápido. Um problema de coluna é algo complicado, sim. Não só mexe com a estrutura física como com a vaidade também. Mas, não é o fim do mundo. Eu sempre dou o meu exemplo e mostro a esses adolescentes, a partir do meu blog e agora do livro, que no fim tudo acaba bem", garante Julia.
Julia Barroso lança seu livro A menina da coluna torta, no dia 10 de novembro, na Livraria Argumento, do Leblon, às 19h. Para saber mais, acompanhe o blog da autora.
Escoliose
A escoliose é descrita pelos especialistas como um desvio da coluna vertebral, para a esquerda ou para a direita, resultando em um formato de “S” ou de “C”. As escolioses podem ter prognósticos muito diferentes, se distinguindo pela progressividade ou gravidade das curvas.
Segundo o médico ortopedista pediátrico Fernando Furst, a escoliose idiopática é de causa desconhecida e é uma deformidade da coluna vertebral. O tratamento envolve fisioterapia, uso do colete e cirurgia e afeta entre 1 a 2% da população infantil. A escoliose pode ser diagnosticada em recém-nascidos (ainda no primeiro ano de vida), infantis (até os três anos) e juvenis (a partir dos 4 anos até a adolescência). A escoliose idiopática do adolescente é um desvio da coluna de causa desconhecida que atinge, na maioria das vezes, em 80% dos casos, as meninas.
Fisioterapia
Outra participação especial no livro é da fisioterapeuta Patrícia Italo Mentges, especializada no tratamento da escoliose, doença ainda desconhecida no Brasil, tanto pela população em geral quanto por boa parte da classe médica. Patricia explica que a fisioterapia é bastante útil nos casos de escoliose e lembra da importância do tratamento no caso de preparo para cirurgias.
" A fisioterapia no tratamento da escoliose permite a regressão do grau das curvas, além de impedir ou retardar a evolução isso, claro, dependendo de cada caso. Na verdade, o sucesso da aplicação da fisioterapia está diretamente relacionado à conscientização do paciente", explica.
Patricia Mentges lembra que é fundamental que paciente, fisioterapeuta e família formem um time e que o profissional de saúde deve se assegurar que o paciente esteja sempre motivado para o tratamento.
from: Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
31/10/2011 | 18h09 | Coluna
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Atividade física e fisioterapia aliviam dores do crescimento
Faz parte da natureza de todos os seres vivos nascer e crescer, e não há beleza maior do que isso acontecer com saúde. No entanto, tornou-se cada dia mais comum a dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, um problema conhecido popularmente como “dor do crescimento”. Hoje, em torno de 25% das crianças, especialmente meninas, que procuram o reumatologista pediátrico sofre desse mal. E as principais queixas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, são de dores nas pernas, nos braços, na coluna e no pescoço, cujas crises podem acontecer repetidamente por meses ou anos.
Por isso, é importante redobrar a atenção quando a criança ou o adolescente, especialmente entre 9 e 12 anos, chegar da escola com reclamações de dores nos joelhos e nas pernas, além de cansaço. Nesta idade é sinal de que algo não vai bem. Se a queixa for recorrente, o ideal é encaminhar a um pediatra ou reumatologista para avaliação inicial. Esses profissionais são capazes de diferenciar as causas benignas daquelas que necessitam de um especialista ou de um atendimento de urgência, como nos casos em que as dores vêm associadas à febre, perda de peso e desânimo, além de inchaços ou calor.
De acordo com a fisioterapeuta Áurea Beatriz Ferreira, apenas recentemente profissionais da saúde infantil passaram a lidar com questões como a “dor do crescimento”. “Agora é que estamos começando a enfatizar a preocupação de que é importante a criança fazer atividade física, pois é pela falta de exercícios físicos que essas dores do crescimento podem ser desencadeadas. Isso acontece principalmente com as meninas, porque, durante a fase de crescimento, as mulheres sofrem descarga maior de hormônios estrógeno e progesterona, que estão ligados ao desenvolvimento do corpo”, explica a especialista.
Para a fisioterapeuta, é muito importante a realização da atividade física para o desenvolvimento do condicionamento físico, mas há casos mais graves em que pode ser necessário o tratamento com sessões de fisioterapia especiais para aliviar as dores do crescimento.
from: http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,50742
Por isso, é importante redobrar a atenção quando a criança ou o adolescente, especialmente entre 9 e 12 anos, chegar da escola com reclamações de dores nos joelhos e nas pernas, além de cansaço. Nesta idade é sinal de que algo não vai bem. Se a queixa for recorrente, o ideal é encaminhar a um pediatra ou reumatologista para avaliação inicial. Esses profissionais são capazes de diferenciar as causas benignas daquelas que necessitam de um especialista ou de um atendimento de urgência, como nos casos em que as dores vêm associadas à febre, perda de peso e desânimo, além de inchaços ou calor.
De acordo com a fisioterapeuta Áurea Beatriz Ferreira, apenas recentemente profissionais da saúde infantil passaram a lidar com questões como a “dor do crescimento”. “Agora é que estamos começando a enfatizar a preocupação de que é importante a criança fazer atividade física, pois é pela falta de exercícios físicos que essas dores do crescimento podem ser desencadeadas. Isso acontece principalmente com as meninas, porque, durante a fase de crescimento, as mulheres sofrem descarga maior de hormônios estrógeno e progesterona, que estão ligados ao desenvolvimento do corpo”, explica a especialista.
Para a fisioterapeuta, é muito importante a realização da atividade física para o desenvolvimento do condicionamento físico, mas há casos mais graves em que pode ser necessário o tratamento com sessões de fisioterapia especiais para aliviar as dores do crescimento.
from: http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,50742
Projeto de Fisioterapia domiciliar no MS
O vereador Jorge Aparecido Queiroz, conhecido como Jorginho do Gás, apresentou projeto de lei, na sessão desta terça-feira (13), pedindo que seja criado o programa de fisioterapia domiciliar, no município. A proposta foi encaminhada para a Assessoria Jurídica da Câmara, para emissão de parecer. De com acordo com o projeto, os interessados deverão ser cadastrados no setor competente da Municipalidade e submetidos à triagem em unidade de saúde, que fornecerá laudo atestando a condição física do paciente.
As sessões de fisioterapia serão previamente agendadas pelo setor competente e realizadas de acordo com as necessidades de cada paciente.
Além disso, a proposta prevê que havendo interesse, o Poder Executivo poderá firmar convênios ou termos de cooperação com organismos estaduais, federais, organizações não governamentais.
Se aprovado, o projeto de lei prevê regulamentação em 90 dias.
"Têm pessoas que precisam e não têm como fazer a fisioterapia, por conta de problemas de saúde agravados ou por não ter condições de ir até as clínicas. Nós acompanhados o sofrimento de algumas dessas pessoas, providenciamos muitas vezes o transporte. Por tudo isso, pedimos aos colegas a aprovação deste projeto", destacou Jorginho durante a justificativa da propositura.
Requerimento - O parlamentar ainda apresentou requerimento na Câmara solicitando à Secretária Municipal de Assistência Social, Cidadania e Trabalho, que informe o porquê de não estar sendo cumprida a Lei Federal que limita a 30 horas semanais o trabalho das assistentes sociais do nosso município. "Conforme informações de meu conhecimento, na área da saúde a referida Lei já se aplica", enfatiza Jorginho.
from: http://jornaldiadia.com.br/jdd/index.php/tres-lagoas/71178-jorginho-reivindica-programa-de-fisioterapia-domiciliar
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Dia 8 de Setembro - Dia mundial da Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia pede um maior reconhecimento de que os fisioterapeutas são os especialistas do movimento e do exercício que podem ser fundamentais na batalha contra a obesidade, doença cardiovascular, diabetes, doença respiratória e cancro. Esta foi a essência de uma grande cimeira das Nações Unidas sobre doenças não infecciosas que terá lugar em Nova Iorque a 19 e 20 de Setembro.
“São um recurso que não deve ser negligenciado”, diz a Presidente da Confederação Mundial de Fisioterapia, Marilyn Moffat.
A cimeira das Nações Unidas irá abordar novos modos de prevenção e controlo de doenças não infecciosas a nível mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a inactividade física é um dos maiores factores de risco para a mortalidade global, causando 3.2 milhões de mortes anualmente, e a actividade física pode reduzir as doenças não infecciosas.
Os fisioterapeutas maximizam o potencial de movimento das pessoas, promovendo uma boa condição física e identificando as limitações que os impedem de ser activos e independentes como poderiam ser. Sendo assim, é evidente que a profissão tem um importante papel a desempenhar
“A actividade tem de ser cuidadosamente introduzida se uma pessoa tem excesso de peso, má condição física, maior idade, ou uma doença crónica”, diz Marilyn Moffat. “Os fisioterapeutas têem a capacidade de o fazer, examinando a pessoa, recomendando exercícios apropriados e seguros e educando sobre a forma de procurar os sinais de eventuais problemas. Isto faz dos fisioterapeutas os profissionais ideais para prescrever programas de exercício.”
Sobre Fisioterapia
Os fisioterapeutas são especialistas no desenvolvimento e manutenção da capacidade das pessoas para se moverem e funcionarem ao longo das suas vidas. Com conhecimentos avançados sobre o corpo, como ele se move e o que o impede de se mover bem, os fisioterapeutas promovem o bem-estar, mobilidade e independência. Tratam e previnem muitos problemas causados pela dor, invalidez, incapacidade e doença, lesões relacionadas com o desporto e trabalho, envelhecimento e longos períodos de inactividade.
Os fisioterapeutas são formados ao longo de vários anos, o que lhes dá um conhecimento completo dos sistemas corporais e a capacidade para tratar uma ampla gama de problemas. Esta formação é a nível do ensino superior, a um nível que permite aos fisioterapeutas ter um exercício independente. A formação contínua assegura que estes se mantenham actualizados com os últimos avanços na investigação e prática clínica. Muitos fisioterapeutas estão eles próprios envolvidos em investigação.
Sobre o Dia Mundial da Fisioterapia
O Dia Mundial da Fisioterapia dá-se a 8 de Setembro todos os anos e é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo para aumentarem a visibilidade da profissão e melhorar a consciencialização do seu papel que é crucial na manutenção do bem-estar, mobilidade e independência das pessoas. O dia foi estabelecido pela Confederação Mundial de Fisioterapia em 1996 e marca a data em que esta foi fundada.
Sobre a Confederação Mundial de Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia é o corpo global da profissão, representando mais de 350 000 fisioterapeutas de organizações membro em 106 países. Para mais informações vá a www.wcpt.org.
from: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95828&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Dia-8-de-Setembro-de-11-Dia-mundial-da
“São um recurso que não deve ser negligenciado”, diz a Presidente da Confederação Mundial de Fisioterapia, Marilyn Moffat.
A cimeira das Nações Unidas irá abordar novos modos de prevenção e controlo de doenças não infecciosas a nível mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a inactividade física é um dos maiores factores de risco para a mortalidade global, causando 3.2 milhões de mortes anualmente, e a actividade física pode reduzir as doenças não infecciosas.
Os fisioterapeutas maximizam o potencial de movimento das pessoas, promovendo uma boa condição física e identificando as limitações que os impedem de ser activos e independentes como poderiam ser. Sendo assim, é evidente que a profissão tem um importante papel a desempenhar
“A actividade tem de ser cuidadosamente introduzida se uma pessoa tem excesso de peso, má condição física, maior idade, ou uma doença crónica”, diz Marilyn Moffat. “Os fisioterapeutas têem a capacidade de o fazer, examinando a pessoa, recomendando exercícios apropriados e seguros e educando sobre a forma de procurar os sinais de eventuais problemas. Isto faz dos fisioterapeutas os profissionais ideais para prescrever programas de exercício.”
Sobre Fisioterapia
Os fisioterapeutas são especialistas no desenvolvimento e manutenção da capacidade das pessoas para se moverem e funcionarem ao longo das suas vidas. Com conhecimentos avançados sobre o corpo, como ele se move e o que o impede de se mover bem, os fisioterapeutas promovem o bem-estar, mobilidade e independência. Tratam e previnem muitos problemas causados pela dor, invalidez, incapacidade e doença, lesões relacionadas com o desporto e trabalho, envelhecimento e longos períodos de inactividade.
Os fisioterapeutas são formados ao longo de vários anos, o que lhes dá um conhecimento completo dos sistemas corporais e a capacidade para tratar uma ampla gama de problemas. Esta formação é a nível do ensino superior, a um nível que permite aos fisioterapeutas ter um exercício independente. A formação contínua assegura que estes se mantenham actualizados com os últimos avanços na investigação e prática clínica. Muitos fisioterapeutas estão eles próprios envolvidos em investigação.
Sobre o Dia Mundial da Fisioterapia
O Dia Mundial da Fisioterapia dá-se a 8 de Setembro todos os anos e é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo para aumentarem a visibilidade da profissão e melhorar a consciencialização do seu papel que é crucial na manutenção do bem-estar, mobilidade e independência das pessoas. O dia foi estabelecido pela Confederação Mundial de Fisioterapia em 1996 e marca a data em que esta foi fundada.
Sobre a Confederação Mundial de Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia é o corpo global da profissão, representando mais de 350 000 fisioterapeutas de organizações membro em 106 países. Para mais informações vá a www.wcpt.org.
from: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95828&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Dia-8-de-Setembro-de-11-Dia-mundial-da
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Nota de esclarecimento - Quiropraxia
Alerta a População Brasileira!
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) comunica a população brasileira que, a profissão de Quiropraxia não se encontra regulamentada em nosso País como profissão de nível superior da área da Saúde.
O exercício profissional da Quiropraxia por indivíduos que realizaram cursos de graduação em Quiropraxia é considerado no mundo jurídico, como exercício ilegal da profissão de fisioterapia, tendo em vista tratar-se de prática própria do profissional FISIOTERAPEUTA segundo dispõe o Decreto-Lei 938/69, além de que a sua entidade maior de representação (COFFITO) a reconhece, inclusive, como área de atuação do Fisioterapeuta e como especialidade profissional.
Afirmamos ainda, nossa posição contrária a oferta de cursos de graduação em Quiropraxia e sugerimos a imprensa em geral, que quando necessário, consultem as sociedades científicas e ou entidades de classe, para que as mesmas indiquem profissionais devidamente habilitados para participarem de programas de entrevista, de educação em saúde ou de interesse público, no intuito de evitar distorções da realidade.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Planos de saúde são problema antigo do consumidor
Os problemas na Saúde deixaram de ser exclusivos da rede pública. Os brasileiros que têm condições de arcar com planos de saúde também têm enfrentado transtornos nos últimos tempos – sobretudo pela guerra instaurada entre os médicos e as operadoras, que já resultou, inclusive, em uma paralisação do atendimento aos pacientes de planos em São Paulo. Nos últimos 11 anos, os planos de saúde lideram o ranking de reclamações do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Cansados de protestar, profissionais e instituições gabaritadas recusam-se, em número crescente, a compor as redes das operadoras. Os valores dos planos, que não são baratos, continuarão a subir; enquanto a qualidade, que já deixa a desejar, pode piorar. O problema está se tornando cada vez mais grave, mas não é um fenômeno atual. Reportagem de VEJA de 1988 já trazia indícios de que os brasileiros ainda viriam a reclamar de seus planos durante muitos anos.
Em VEJA de 7/12/1988: Crédito na enfermaria
Anunciados de forma colorida e agitada em campanhas de publicidade, os planos de saúde que prometem a seus associados uma assistência médica de bom nível a preços módicos estão sob os focos das patrulhas de consumidores. Nada mais natural quando se trata a saúde como uma mercadoria oferecida a preços de ocasião de casa em casa. As queixas surgem de todos os lados. Ora são os custos, quando os carnês são reajustados acima dos índices de inflação, ora é o não pagamento de doenças que se acreditava estarem cobertas pelos planos, ou as reclamações contra a má qualidade dos serviços e a demora no atendimento. Espremida entre as exigências e as surpresas das empresas que vendem esses planos, os custos astronômicos da medicina particular e o que acredita ser a falência da saúde pública, à classe média brasileira vem sobrando o direito de reclamar. O número de queixas só tende a crescer na medida em que as famílias aderem em levas crescentes à medicina a crédito. O tipo mais popular dessa assistência se chama medicina de grupo e engloba empresas como Golden Cross, líder do mercado, Amil, Interclínicas, Amico e Medial. São quase 14 milhões de brasileiros associados a uma das 300 empresas de medicina de grupo do país. Essas empresas tratam da saúde de 15% dos segurados do Inamps, ou 25% de toda a força de trabalho do país, num movimento que, só no ano passado, foi responsável por 52 milhões de consultas médicas – o que equivale a dar consulta médica a um em cada dois brasileiros pelo menos uma vez ao ano.
O que aconteceu depois
Mais de vinte anos depois, o mercado de planos de saúde segue alvo de reclamações, embora tenha passado por alterações. A mais recente delas foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de junho: os planos passaram a ser obrigados a cumprir prazos para o agendamento de consultas. A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – responsável por fiscalizar as operadoras de saúde do país -limita a sete dias o prazo para a realização de consultas básicas, como pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia. Já o agendamento para consultas com fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisiotepêutas e atendimento em regime de hospital-dia devem ser feitos em até 10 dias. Para as demais especialidades, o prazo é de 14 dias. Consultas com cirurgião dentista também devem ser marcadas em até sete dias.
Em janeiro de 2009 entraram em vigor novas regras a respeito da portabilidade de carências. A resolução estabelece que contratantes de planos individuais e familiares assinados ou adaptados a partir de 1999 mudem de operadora sem ter de enfrentar um novo período de carência. Mecanismo criado pelo setor de seguros e incorporado pelo mercado de medicina suplementar, a carência consiste em prazos para que o consumidor faça uso de certos serviços contratados. Ainda que seja um avanço na questão, para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a proposta da ANS é limitada, pois não contempla os usuários de planos antigos nem os de planos coletivos, que, juntos, representam 87% do mercado. E porque restringe o acesso à portabilidade ao mês de aniversário do contrato e a consumidores que ficarem numa mesma operadora por pelo menos dois anos.
A portabilidade também só será possível entre planos de uma mesma faixa de preço – ou se o consumidor estiver migrando para um serviço mais barato – e entre planos sejam equivalentes. A classificação ainda será feita pela ANS. Com isso, o objetivo da agência, que seria o de estimular a concorrência, propiciando ganhos para o consumidor, ficaria enfraquecido. A questão da carência vinha sendo discutida desde 1998, ano que foi um marco das mudanças no setor de saúde suplementar. Foi em 1998 que se editou a Lei 9.656/98, ponto final de uma década de negociações no Congresso Nacional, iniciadas com a Constituição de 1988. A lei determina de que modo o estado deve regular a participação da iniciativa privada no sistema de saúde, que até então corria praticamente solta, como afirma a reportagem de VEJA. Em janeiro de 2000, uma nova lei, de número 9.961, criou a ANS, encarregada de regular o setor. Ainda assim, as mudanças não aplacaram a fúria do consumidor. Parte das reclamações diz respeito aos reajustes praticados sobre esses planos.
De acordo com o Idec, o reajuste de mensalidades é permitido, mas deve seguir certas regras. A primeira é que o critério usado para o reajuste esteja previsto de maneira clara no contrato – e não em letras minúsculas, como as denunciadas pela reportagem de 1988. Outra regra diz respeito à periodicidade dos reajustes: devem ser feitos a cada 12 meses, pelo menos (na data de aniversário do contrato). Apesar dessa norma, muitos planos sofrem “reajustes técnicos” fora do prazo. Os reajustes dos contratos individuais e familiares novos – aqueles firmados depois da Lei 9.656/98 – precisam ser aprovados pela ANS. A consumidores com contratos antigos, anteriores à lei de 1998, o Idec recomenda usar o teto estabelecido pela agência como parâmetro para saber se o aumento imposto é ou não abusivo. Os índices oficiais de inflação relativos aos 12 meses que antecedem o reajuste também devem ser usados para verificar abusos. Em teoria, o reajuste anual serve para repor perdas com a inflação, mas é comum haver aumentos acima do IPCA, o índice oficial da inflação ao consumidor. Também é comum, por isso, haver descontentamento.
Outra alteração recente do setor aconteceu em 2010, com a entrada em vigor do novo rol do mínimo que as empresas devem ofertar para contratos assinados a partir de 1999 – 43,7 milhões de brasileiros passaram a ter acesso a novos procedimentos médicos incluídos na cobertura obrigatória dos planos de saúde, entre eles o PET-scan, exame de imagem para detecção precoce de tumores. A lista não impede o usuário de reivindicar tratamentos necessários e não incluídos. As novas coberturas, porém, trazem limitações. No caso do PET-scan, por exemplo, o exame só poderá ser usado para suspeita de linfoma e câncer pulmonar. A inclusão dos 73 novos procedimentos obrigatórios não encerra ainda o debate entre operadoras e consumidores sobre os valores e a extensão da cobertura dos planos. Há, porém, outras queixas ligadas ao setor. Elas dizem respeito às falhas na regulação, à redução na oferta de planos individuais, à sobrevivência dos planos antigos e às interferências dos planos de saúde no trabalho dos médicos. Para mais orientações sobre planos, o consumidor deve procurar o Idec ou a ANS.
From:http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/saude/em-dia-planos-de-saude-sao-problema-antigo-do-consumidor/
Em VEJA de 7/12/1988: Crédito na enfermaria
Anunciados de forma colorida e agitada em campanhas de publicidade, os planos de saúde que prometem a seus associados uma assistência médica de bom nível a preços módicos estão sob os focos das patrulhas de consumidores. Nada mais natural quando se trata a saúde como uma mercadoria oferecida a preços de ocasião de casa em casa. As queixas surgem de todos os lados. Ora são os custos, quando os carnês são reajustados acima dos índices de inflação, ora é o não pagamento de doenças que se acreditava estarem cobertas pelos planos, ou as reclamações contra a má qualidade dos serviços e a demora no atendimento. Espremida entre as exigências e as surpresas das empresas que vendem esses planos, os custos astronômicos da medicina particular e o que acredita ser a falência da saúde pública, à classe média brasileira vem sobrando o direito de reclamar. O número de queixas só tende a crescer na medida em que as famílias aderem em levas crescentes à medicina a crédito. O tipo mais popular dessa assistência se chama medicina de grupo e engloba empresas como Golden Cross, líder do mercado, Amil, Interclínicas, Amico e Medial. São quase 14 milhões de brasileiros associados a uma das 300 empresas de medicina de grupo do país. Essas empresas tratam da saúde de 15% dos segurados do Inamps, ou 25% de toda a força de trabalho do país, num movimento que, só no ano passado, foi responsável por 52 milhões de consultas médicas – o que equivale a dar consulta médica a um em cada dois brasileiros pelo menos uma vez ao ano.
O que aconteceu depois
Mais de vinte anos depois, o mercado de planos de saúde segue alvo de reclamações, embora tenha passado por alterações. A mais recente delas foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de junho: os planos passaram a ser obrigados a cumprir prazos para o agendamento de consultas. A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – responsável por fiscalizar as operadoras de saúde do país -limita a sete dias o prazo para a realização de consultas básicas, como pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia. Já o agendamento para consultas com fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisiotepêutas e atendimento em regime de hospital-dia devem ser feitos em até 10 dias. Para as demais especialidades, o prazo é de 14 dias. Consultas com cirurgião dentista também devem ser marcadas em até sete dias.
Em janeiro de 2009 entraram em vigor novas regras a respeito da portabilidade de carências. A resolução estabelece que contratantes de planos individuais e familiares assinados ou adaptados a partir de 1999 mudem de operadora sem ter de enfrentar um novo período de carência. Mecanismo criado pelo setor de seguros e incorporado pelo mercado de medicina suplementar, a carência consiste em prazos para que o consumidor faça uso de certos serviços contratados. Ainda que seja um avanço na questão, para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a proposta da ANS é limitada, pois não contempla os usuários de planos antigos nem os de planos coletivos, que, juntos, representam 87% do mercado. E porque restringe o acesso à portabilidade ao mês de aniversário do contrato e a consumidores que ficarem numa mesma operadora por pelo menos dois anos.
A portabilidade também só será possível entre planos de uma mesma faixa de preço – ou se o consumidor estiver migrando para um serviço mais barato – e entre planos sejam equivalentes. A classificação ainda será feita pela ANS. Com isso, o objetivo da agência, que seria o de estimular a concorrência, propiciando ganhos para o consumidor, ficaria enfraquecido. A questão da carência vinha sendo discutida desde 1998, ano que foi um marco das mudanças no setor de saúde suplementar. Foi em 1998 que se editou a Lei 9.656/98, ponto final de uma década de negociações no Congresso Nacional, iniciadas com a Constituição de 1988. A lei determina de que modo o estado deve regular a participação da iniciativa privada no sistema de saúde, que até então corria praticamente solta, como afirma a reportagem de VEJA. Em janeiro de 2000, uma nova lei, de número 9.961, criou a ANS, encarregada de regular o setor. Ainda assim, as mudanças não aplacaram a fúria do consumidor. Parte das reclamações diz respeito aos reajustes praticados sobre esses planos.
De acordo com o Idec, o reajuste de mensalidades é permitido, mas deve seguir certas regras. A primeira é que o critério usado para o reajuste esteja previsto de maneira clara no contrato – e não em letras minúsculas, como as denunciadas pela reportagem de 1988. Outra regra diz respeito à periodicidade dos reajustes: devem ser feitos a cada 12 meses, pelo menos (na data de aniversário do contrato). Apesar dessa norma, muitos planos sofrem “reajustes técnicos” fora do prazo. Os reajustes dos contratos individuais e familiares novos – aqueles firmados depois da Lei 9.656/98 – precisam ser aprovados pela ANS. A consumidores com contratos antigos, anteriores à lei de 1998, o Idec recomenda usar o teto estabelecido pela agência como parâmetro para saber se o aumento imposto é ou não abusivo. Os índices oficiais de inflação relativos aos 12 meses que antecedem o reajuste também devem ser usados para verificar abusos. Em teoria, o reajuste anual serve para repor perdas com a inflação, mas é comum haver aumentos acima do IPCA, o índice oficial da inflação ao consumidor. Também é comum, por isso, haver descontentamento.
Outra alteração recente do setor aconteceu em 2010, com a entrada em vigor do novo rol do mínimo que as empresas devem ofertar para contratos assinados a partir de 1999 – 43,7 milhões de brasileiros passaram a ter acesso a novos procedimentos médicos incluídos na cobertura obrigatória dos planos de saúde, entre eles o PET-scan, exame de imagem para detecção precoce de tumores. A lista não impede o usuário de reivindicar tratamentos necessários e não incluídos. As novas coberturas, porém, trazem limitações. No caso do PET-scan, por exemplo, o exame só poderá ser usado para suspeita de linfoma e câncer pulmonar. A inclusão dos 73 novos procedimentos obrigatórios não encerra ainda o debate entre operadoras e consumidores sobre os valores e a extensão da cobertura dos planos. Há, porém, outras queixas ligadas ao setor. Elas dizem respeito às falhas na regulação, à redução na oferta de planos individuais, à sobrevivência dos planos antigos e às interferências dos planos de saúde no trabalho dos médicos. Para mais orientações sobre planos, o consumidor deve procurar o Idec ou a ANS.
From:http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/saude/em-dia-planos-de-saude-sao-problema-antigo-do-consumidor/
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Coffito proíbe a venda de serviços em sites de compras coletivas
A venda de pacotes de serviços de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, por meio de sites de compras coletivas foi proibida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (24). Até o momento, não foi registrado nenhuma morte ou problema de saúde grave devido à venda indiscriminada dos serviços. No entanto, a ideia é fazer um trabalho preventivo.
A Resolução Nº 391, de 18 de agosto de 2011, alerta que nessas ofertas os usuários podem adquirir um procedimento sem a avaliação de um profissional. Segundo o presidente do Coffito, Roberto Cepeda, a comercialização desses pacotes sem diagnóstico pode pôr em risco a saúde dos indivíduos. “É uma questão de saúde. O profissional deve fazer primeiro uma avaliação e, só depois, indicar o tratamento mais adequado”, explica.
Entre os tipos mais comuns de tratamentos oferecidos nos sites de vendas coletivas estão a drenagem linfática, radiofrequência e a aplicação de Manthus. A fiscalização será realizada pelos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefitos) e por meio de denúncias. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.
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