quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Reconhecimento, nova sede, muitas novidades...

  Já saiu a portaria de reconhecimento do curso de Fisioterapia da Unifacs. E em breve estaremos formando a nossa primeira turma. É uma nova geração de Fisioterapeutas com um olhar diferenciado para as necessidades reais da nossa sociedade.



  Em sintonia com esse novo momento que vivemos, estamos também de casa nova. Trata-se do Campus Manoel Barros, na av Paralela, um moderno prédio, pronto para as nossas modernas práticas de ensino.
  Venha nos visitar e se surpreenda com as nossas metodologias educacionais.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Kinesio Taping na fisioterapia


Por: Acd. Everton Carvalho,

Muitos atletas se lesionam, principalmente quando se trata de um esporte de impacto. Mas não somente atletas de alto nível estão propensos a isso, na sociedade têm-se os atletas amadores e até mesmo pessoas que não praticam atividade física que podem estar sujeito a lesões de vários tipos. Uma forma de tratamento e prevenção que vem sendo muito utilizada aliada a fisioterapia é a Kinesio Taping., Essa técnica foi criada há mais de 30 anos pelo Dr. Kenso Kense de Tóquio no Japão, depois de 14 anos de pesquisa. Proporciona o estimulo do sistema tegumentar, linfático e muscular alem de estabilizar as articulações.
A técnica é constituída pela aplicação em um só sentido de uma fita elástica sensível ao calor que pode ter cores variadas (a cor não influencia no tratamento), pode previnir distensões e apesar de não conter substâncias analgésicas na sua composição, o alivio da dor é muito eficaz. Pode ser usado durante a prática de esportes e atividades físicas proporcionando liberdade de movimento na área lesionada, suporte muscular e efeito analgésico como citado acima. São exemplos de aplicações: pacientes com trauma ortopédico e neurológico, além de ser utilizada em bebês para diminuição de cólicas. Após decorridos 20 a 30 minutos da aplicação o paciente é liberado para realizar as atividades propostas. A fita pode permanecer de 3 a 5 dias no local e não é necessário tirar para tomar banho. A técnica tem suas contraindicações como feridas abertas, alterações cutâneas e tromboses. Antes da sua apliucação é preciso procurar um bom fisioterapeuta e verificar se é realmente necessária a aplicação da fita.

Fontes: http://pt.scribd.com/doc/55536602/Apostila-Kinesio-Taping ; http://www.maisfisio.com.br/biblioteca/kinesio_taping.pdf ;  http://www.reabilitarsaude.com/noticias/a-utilizao-do-kinesio-taping-na-fisioterapia

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Palmilha criada por universitários de Salvador ajuda pessoas com deficiência

Produto rendeu ao trio reconhecimento nacional e internacional e prêmio de R$ 8 mil. Agora eles esperam que produto chegue ao mercado

06.05.2012 | Atualizado em 06.05.2012 - 10:19
Visualizações: 3825 - Versão Impressa
Alexandre Lyrio
alexandre.lyrio@redebahia.com.br

E se o seu irmão, aos 14 anos, sofresse um Acidente Vascular Cerebral (AVC)? E se ele perdesse parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo? E se as sequelas o impedissem de erguer a parte da frente dos pés, a ponto de ter que arrastá-lo para caminhar? Poucos fariam como o estudante Daniel Veiga, 22 anos. Para ajudar o irmão, ele passou meses em um laboratório de robótica.  

Palmilha rendeu prêmio a Daniel (esquerda) Bruno (centro) e Bruno Rabelo
Aluno de Engenharia Mecatrônica da Universidade Salvador (Unifacs), Daniel desenvolveu uma palmilha inteligente, batizada de Motus, capaz de levantar a ponta do pé de uma pessoa com deficiência física, ainda que o cérebro afetado não consiga emitir tal comando.


Com outros dois colegas - os estudantes Bruno Cavalcanti, 26 anos, e Bruno Rabelo, 22 - Daniel criou um aparelho capaz de fazer movimentar o músculo responsável pela chamada dorsiflexão. A palmilha rendeu aos três o Prêmio Ideias Inovadoras da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), que pagou R$ 8 mil, além da escolha de Daniel para representar a Bahia em evento promovido pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.

Funcionamento
É comum pacientes que foram vítimas de AVC ou lesões medulares sofrerem com a paralisação de movimentos dos membros inferiores ou superiores. Muitos perdem a dorsiflexão, movimento essencial para caminhar e correr. Daniel e os dois Brunos desenvolveram o Motus a partir do conceito da eletroestimulação muscular. “Pegamos a tecnologia e demos uma nova finalidade”, diz Daniel.

No caso do Motus, uma central de processamento de dados é ligada ao músculo através de eletrodos. O sistema é acionado por uma conexão sem fios via rádio a partir da palmilha, onde está instalado um módulo de sensores que detecta as características do passo a ser dado após a retirada do calcanhar do chão. “A palmilha detecta a aceleração, inclinação, velocidade e deslocamento. É uma espécie de leitura da vontade do paciente, se ele vai correr ou subir uma escada”, explica Daniel.

Diferente de uma prótese, que substitui um membro ou um órgão, o Motus é uma órtese, ou seja, ela complementa o membro. A palmilha foi desenvolvida em parceria com professores de fisioterapia da universidade. “Os dados registrados podem ser convertidos para a linguagem de fisioterapeutas. Até as visitas dos pacientes às clínicas podem diminuir”, diz Bruno Rabelo.


Preço
Não há nada parecido com o Motus no Brasil. Apenas nos EUA, dizem os estudantes, há produto semelhante, que não sai por menos de US$ 4,5 mil. O objetivo é que, após algumas adaptações e um longo caminho até a industrialização, o Motus custe R$ 2,5 mil. “Se for subsidiado pelo governo, com uma parceria com o SUS, o preço cai ainda mais. No Brasil, em 2000, eram quase 3 milhões de pessoas com a hemiparisia (paralisia do membro superior ou inferior de um dos lados do corpo)”.

Além da palmilha, os três já inovaram também ao produzir uma impressora de braile (veja na página ao lado) e, buscando a profissionalização,  já criaram uma empresa, a Vitae Soluções em Acessibilidade, que recebe auxílio financeiro da Unifacs. Portanto, o Motus é uma esperança para o irmão de Daniel e muitas outras pessoas. “Não é algo para resolver o problema da família de Daniel, mas da população. Cumprimos nosso papel de universidade”, diz o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, Rafael Araújo.
Encontro com Clinton
O trabalho realizado no laboratório de robótica fez a universidade chegar nos Estados Unidos. Após desenvolver a palmilha, Daniel Veiga foi o escolhido para representar a Bahia no Clinton Global Initiative University, evento promovido anualmente pelo ex-presidente Bill Clinton para premiar iniciativas inovadoras em universidades do mundo.

Daniel foi um dos cem estudantes de 96 países e o único brasileiro no evento. “O pessoal me perguntava: ‘Você é brasileiro, mas estuda nos EUA, né?’. Eu respondia: ‘Não. Sou brasileiro e estudo no Brasil mesmo”, conta Daniel. Com o Motus, os estudantes ainda ganharam o Prêmio Ideias Inovadoras da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), realizado em dezembro do ano passado.



Daniel Veiga, Bruno Rabelo e Bruno Cavalcanti exibem com orgulho o cheque de R$ 8 mil, recurso que deve ser integralmente investido no projeto. “Esse dinheiro é apenas uma parte do que precisamos para levar nossos projetos para frente”, Bruno Rabelo.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vestibular 2012.1 para os cursos da saúde na melhor Universidade da Bahia - Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição e Psicologia

Você, que busca uma sólida formação na área da saúde, deve aproveitar a última oportunidade para se juntar aos nossos alunos e fazer parte do privilegiado grupo que estuda na melhor universidade particular da Bahia - a UNIFACS.
Visite http://www.unifacs.br/vestibular/ e saiba maiores detalhes sobre:
Reconhecimento e Premiações
O Mercado de Trabalho prefere a UNIFACS
Programas de Intercâmbio
Currículo UNIFACS
Programas de Formação Profissional
Prêmio Mérito Acadêmico
Infraestrutura
Responsabilidade Social
Programas de Financiamento
E, é claro, sobre os nosso cursos de graduação na área da saúde!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Prefeitura de Alagoinhas oferece tratamento gratuito de Fisioterapia

A Unidade de Reintegração Funcional – URF, voltada para o atendimento de pessoas que precisam de um tratamento de fisioterapia especializada, continua oferecendo atendimento gratuito de fisioterapia para a população de Alagoinhas. A URF é mantida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde – SESAU e com funcionamento de segunda a sexta, das 8h às 16h. Desde a sua reativação em agosto deste ano, a Unidade já realizou cerca de 500 atendimentos, incluindo as reavaliações e admissão de novos pacientes.
A URF tem como objetivo realizar tratamento continuado de fisioterapia para crianças e adultos que sofreram algum tipo de lesão provocada por acidentes comprometendo os movimentos motores, acidente vascular cerebral, distúrbios respiratórios crônicos e outros. Entre os tratamentos oferecidos está o de fisioterapia motora, neurológica, ortopédica, cognitiva e respiratória.
De acordo com Felipe Silva Morais, Coordenador de Alta e Média Complexidade, da SESAU, a fisioterapia motora em adultos e crianças, é a mais solicitada com uma média de 80 atendimentos mensais. Ele explicou que o interessado em fazer tratamento fisioterapêutico, deverá procurar informações na própria Unidade, situada à 2ª Travessa Dantas Bião, ao lado do Estádio Antônio Carneiro ou através do telefone: (75)3422-7098.
Alagoinhas Noticias – ACOM

Fisioterapia Esportiva em alta



Vista por muitos profissionais como um segmento da profissão restrito às elites, a Fisioterapia Esportiva ganha cada vez mais espaço e visibilidade no mercado. Com a chegada de grandes eventos esportivos no país (Copa das Confederações, Copa 2014 e Rio 2016), é crescente o número de praticantes de esportes e, consequentemente, o número de lesionados.
Com isso, os fisioterapeutas especialistas em desporto são mais requisitados a cada dia. Seja na orientação, prevenção ou reabilitação, a atividade cresce na medida em que as diferentes modalidades também aumentam o número de praticantes.
Segundo o fisioterapeuta Arivan Gomes, especialista e professor da disciplina Fisioterapia Esportiva, é preciso um entendimento maior da população sobre o papel do profissional nesse ramo. “É importante que a população que pratica esportes entenda que é necessário ter um bom desempenho na atividade com segurança. Nosso papel, antes de tratar as lesões, é fazer um trabalho preventivo com o atleta; seja ele regular ou de final de semana”, esclarece.
Doutor Arivan, que também trabalha com atletas de alta performance, rechaça o conflito de atividades que tem gerado polêmica, principalmente com relação aos educadores físicos.

Mercado

Para todo profissional, o mercado é o grande avaliador de carreiras. No caso da Fisioterapia Esportiva, que geralmente está atrelada a uma faixa de clientes com bom poder aquisitivo, a boa qualificação é determinante para o sucesso na profissão. Como o mercado ainda é restrito na cidade, os mais qualificados acabam sendo os mais solicitados.
Para doutor Cleber Sady, vice-presidente do Crefito-7, a medida do profissional é o comprometimento com a sua formação desde a graduação, passando por cursos específicos e as pós-graduações, mestrado e doutorado. “A educação continuada, hoje, num mercado competitivo como está, é o fiel da balança para os profissionais se estabelecerem ou não. É uma situação comum a todas as profissões, sem distinção”, relata.

Reconhecimento

Com a valorização da prática esportiva, os atletas acabam sendo grandes vitrines para profissionais de saúde que atuam na área. São fisioterapeutas, educadores físicos, médicos, nutricionistas e enfermeiros que, em equipe, possibilitam melhoria da performance para quem faz do corpo e do esporte o instrumento e meio de sobrevivência.
Reconhecido atualmente como um dos atletas mais bem preparados do mundo, Júnior dos Santos, conhecido como Júnior Cigano, fez famoso o fisioterapeuta que o ajudou a se recuperar de uma séria lesão que quase o impediu de subir no ringue e faturar o cinturão de campeão dos pesos pesados do Ultimate Fighting Championship (UFC), o maior evento de Mixed Martial Arts (MMA) do planeta.
O lutador ressalta as melhorias do trabalho de prevenção que a Fisioterapia proporcionou. Para ele, que antes não contava com esse trabalho, os avanços são sensíveis. “Melhorou muito o equilíbrio, o aquecimento. Às vezes é chato porque é muito repetitivo. Mas sei que preciso fazer para melhorar o meu desempenho”, confessa.
Atletas campeões de natação também estão na turma que adotou a Fisioterapia como parte do treinamento para evitar lesões. Allan do Carmo, primeiro do ranking brasileiro em maratonas aquáticas, e Luis Arapiraca, recordista sulamericano dos 1.500m livres, fazem, juntos, treinamento de prevenção.
Para Arapiraca, que sofreu uma série de lesões no ombro, o trabalho de reabilitação foi fundamental para que uma cirurgia fosse descartada. “Iria atrapalhar bastante minha carreira. A Fisioterapia possibilitou que eu conseguisse voltar aos treinos sem dor e com mais confiança”, lembra.
Como é um esporte que praticamente não gera impacto, engana-se quem pensa que os atletas estão livres de lesões. “Não. Não existe esporte que não deixe a possibilidade de lesão no atleta, seja ele amador ou profissional. Existem duas modalidades grandes de lesão: as traumáticas, causadas por fatores externos; e as atraumáticas. Esse é o caso da natação”, afirma doutor Maurício Dourado, fisioterapeuta e mestre em biomecânica.

Segundo doutor Maurício, que também é professor da matéria, a Fisioterapia Esportiva tornou-se indispensável em clubes esportivos de alto rendimento, mas deve ser entendida pelos gestores e pelos profissionais como uma especialidade que também pode ser implementada na atenção básica. “É uma questão de percepção. Será que no Programa Segundo Tempo, do governo, não caberia uma equipe multidisciplinar, com fisioterapeutas realizando um trabalho junto aos atletas jovens? Cabe. As demandas por Fisioterapia como um todo são crescentes e os profissionais precisam estar mobilizados num discurso fundamentado para ocupar esses espaços”, declara.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Recebam os nossos votos...


Caros leitores,
Segue a mensagem institucional da UNIFACS e da Rede Laureate para esta época especial do ano!!!
Obrigado por nos acompanhar ao longo de 2011!!!
Esperamos revê-los em 2012...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Melhor Particular da Bahia

Pelo terceiro ano consecutivo, a Universidade Salvador foi classificada pelo Ministério da Educação como a melhor Universidade particular da Bahia e a 2ª do Norte/Nordeste, de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC), que acaba de ser divulgado pelo MEC. O IGC é um indicador institucional que considera fatores como a nota Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), qualidade do corpo docente, instalações e infraestrutura, recursos didáticos, dedicação a programas de pós-graduação Stricto Sensu, número de professores mestres e doutores, entre outros. “O reconhecimento da qualidade acadêmica da UNIFACS por mais esse indicador, nos posicionando outra vez entre as melhores Universidades do Nordeste, é resultado do empenho e dedicação de toda equipe de gestores acadêmicos, professores e alunos no desenvolvimento de um trabalho sério e competente, comprometido com a promoção de uma educação de qualidade, elemento fundamental para o desenvolvimento da nossa região e do nosso país.”, afirma a Reitora da UNIFACS, Professora Marcia Barros.

UNIFACS é a 1ª IES em Feira de Santana
O destaque na avaliação do MEC se estende ao Campus Feira de Santana, onde o IGC da UNIFACS a coloca como a melhor instituição entre todas as públicas e privadas do município. “O resultado demonstra como a UNIFACS está alinhada com os parâmetros de exigência do MEC, além de evidenciar nosso compromisso de oferecer a melhor formação aos nossos estudantes, contribuindo para o crescimento do mercado local”, comenta o Gerente geral da UNIFACS em Feira, Professor Ângelo Chaves. Segundo ele, a posição de melhor instituição do município, superando inclusive Universidades públicas, é fruto de constantes investimentos da UNIFACS em uma educação de qualidade. “Isso comprova nossa preocupação com o corpo docente, com a estrutura que oferecemos, além da nossa postura de sempre ouvir os estudantes em busca de melhorias constantes”, conclui.