Faz parte da natureza de todos os seres vivos nascer e crescer, e não há beleza maior do que isso acontecer com saúde. No entanto, tornou-se cada dia mais comum a dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, um problema conhecido popularmente como “dor do crescimento”. Hoje, em torno de 25% das crianças, especialmente meninas, que procuram o reumatologista pediátrico sofre desse mal. E as principais queixas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, são de dores nas pernas, nos braços, na coluna e no pescoço, cujas crises podem acontecer repetidamente por meses ou anos.
Por isso, é importante redobrar a atenção quando a criança ou o adolescente, especialmente entre 9 e 12 anos, chegar da escola com reclamações de dores nos joelhos e nas pernas, além de cansaço. Nesta idade é sinal de que algo não vai bem. Se a queixa for recorrente, o ideal é encaminhar a um pediatra ou reumatologista para avaliação inicial. Esses profissionais são capazes de diferenciar as causas benignas daquelas que necessitam de um especialista ou de um atendimento de urgência, como nos casos em que as dores vêm associadas à febre, perda de peso e desânimo, além de inchaços ou calor.
De acordo com a fisioterapeuta Áurea Beatriz Ferreira, apenas recentemente profissionais da saúde infantil passaram a lidar com questões como a “dor do crescimento”. “Agora é que estamos começando a enfatizar a preocupação de que é importante a criança fazer atividade física, pois é pela falta de exercícios físicos que essas dores do crescimento podem ser desencadeadas. Isso acontece principalmente com as meninas, porque, durante a fase de crescimento, as mulheres sofrem descarga maior de hormônios estrógeno e progesterona, que estão ligados ao desenvolvimento do corpo”, explica a especialista.
Para a fisioterapeuta, é muito importante a realização da atividade física para o desenvolvimento do condicionamento físico, mas há casos mais graves em que pode ser necessário o tratamento com sessões de fisioterapia especiais para aliviar as dores do crescimento.
from: http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,50742
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Projeto de Fisioterapia domiciliar no MS
O vereador Jorge Aparecido Queiroz, conhecido como Jorginho do Gás, apresentou projeto de lei, na sessão desta terça-feira (13), pedindo que seja criado o programa de fisioterapia domiciliar, no município. A proposta foi encaminhada para a Assessoria Jurídica da Câmara, para emissão de parecer. De com acordo com o projeto, os interessados deverão ser cadastrados no setor competente da Municipalidade e submetidos à triagem em unidade de saúde, que fornecerá laudo atestando a condição física do paciente.
As sessões de fisioterapia serão previamente agendadas pelo setor competente e realizadas de acordo com as necessidades de cada paciente.
Além disso, a proposta prevê que havendo interesse, o Poder Executivo poderá firmar convênios ou termos de cooperação com organismos estaduais, federais, organizações não governamentais.
Se aprovado, o projeto de lei prevê regulamentação em 90 dias.
"Têm pessoas que precisam e não têm como fazer a fisioterapia, por conta de problemas de saúde agravados ou por não ter condições de ir até as clínicas. Nós acompanhados o sofrimento de algumas dessas pessoas, providenciamos muitas vezes o transporte. Por tudo isso, pedimos aos colegas a aprovação deste projeto", destacou Jorginho durante a justificativa da propositura.
Requerimento - O parlamentar ainda apresentou requerimento na Câmara solicitando à Secretária Municipal de Assistência Social, Cidadania e Trabalho, que informe o porquê de não estar sendo cumprida a Lei Federal que limita a 30 horas semanais o trabalho das assistentes sociais do nosso município. "Conforme informações de meu conhecimento, na área da saúde a referida Lei já se aplica", enfatiza Jorginho.
from: http://jornaldiadia.com.br/jdd/index.php/tres-lagoas/71178-jorginho-reivindica-programa-de-fisioterapia-domiciliar
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Dia 8 de Setembro - Dia mundial da Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia pede um maior reconhecimento de que os fisioterapeutas são os especialistas do movimento e do exercício que podem ser fundamentais na batalha contra a obesidade, doença cardiovascular, diabetes, doença respiratória e cancro. Esta foi a essência de uma grande cimeira das Nações Unidas sobre doenças não infecciosas que terá lugar em Nova Iorque a 19 e 20 de Setembro.
“São um recurso que não deve ser negligenciado”, diz a Presidente da Confederação Mundial de Fisioterapia, Marilyn Moffat.
A cimeira das Nações Unidas irá abordar novos modos de prevenção e controlo de doenças não infecciosas a nível mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a inactividade física é um dos maiores factores de risco para a mortalidade global, causando 3.2 milhões de mortes anualmente, e a actividade física pode reduzir as doenças não infecciosas.
Os fisioterapeutas maximizam o potencial de movimento das pessoas, promovendo uma boa condição física e identificando as limitações que os impedem de ser activos e independentes como poderiam ser. Sendo assim, é evidente que a profissão tem um importante papel a desempenhar
“A actividade tem de ser cuidadosamente introduzida se uma pessoa tem excesso de peso, má condição física, maior idade, ou uma doença crónica”, diz Marilyn Moffat. “Os fisioterapeutas têem a capacidade de o fazer, examinando a pessoa, recomendando exercícios apropriados e seguros e educando sobre a forma de procurar os sinais de eventuais problemas. Isto faz dos fisioterapeutas os profissionais ideais para prescrever programas de exercício.”
Sobre Fisioterapia
Os fisioterapeutas são especialistas no desenvolvimento e manutenção da capacidade das pessoas para se moverem e funcionarem ao longo das suas vidas. Com conhecimentos avançados sobre o corpo, como ele se move e o que o impede de se mover bem, os fisioterapeutas promovem o bem-estar, mobilidade e independência. Tratam e previnem muitos problemas causados pela dor, invalidez, incapacidade e doença, lesões relacionadas com o desporto e trabalho, envelhecimento e longos períodos de inactividade.
Os fisioterapeutas são formados ao longo de vários anos, o que lhes dá um conhecimento completo dos sistemas corporais e a capacidade para tratar uma ampla gama de problemas. Esta formação é a nível do ensino superior, a um nível que permite aos fisioterapeutas ter um exercício independente. A formação contínua assegura que estes se mantenham actualizados com os últimos avanços na investigação e prática clínica. Muitos fisioterapeutas estão eles próprios envolvidos em investigação.
Sobre o Dia Mundial da Fisioterapia
O Dia Mundial da Fisioterapia dá-se a 8 de Setembro todos os anos e é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo para aumentarem a visibilidade da profissão e melhorar a consciencialização do seu papel que é crucial na manutenção do bem-estar, mobilidade e independência das pessoas. O dia foi estabelecido pela Confederação Mundial de Fisioterapia em 1996 e marca a data em que esta foi fundada.
Sobre a Confederação Mundial de Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia é o corpo global da profissão, representando mais de 350 000 fisioterapeutas de organizações membro em 106 países. Para mais informações vá a www.wcpt.org.
from: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95828&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Dia-8-de-Setembro-de-11-Dia-mundial-da
“São um recurso que não deve ser negligenciado”, diz a Presidente da Confederação Mundial de Fisioterapia, Marilyn Moffat.
A cimeira das Nações Unidas irá abordar novos modos de prevenção e controlo de doenças não infecciosas a nível mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a inactividade física é um dos maiores factores de risco para a mortalidade global, causando 3.2 milhões de mortes anualmente, e a actividade física pode reduzir as doenças não infecciosas.
Os fisioterapeutas maximizam o potencial de movimento das pessoas, promovendo uma boa condição física e identificando as limitações que os impedem de ser activos e independentes como poderiam ser. Sendo assim, é evidente que a profissão tem um importante papel a desempenhar
“A actividade tem de ser cuidadosamente introduzida se uma pessoa tem excesso de peso, má condição física, maior idade, ou uma doença crónica”, diz Marilyn Moffat. “Os fisioterapeutas têem a capacidade de o fazer, examinando a pessoa, recomendando exercícios apropriados e seguros e educando sobre a forma de procurar os sinais de eventuais problemas. Isto faz dos fisioterapeutas os profissionais ideais para prescrever programas de exercício.”
Sobre Fisioterapia
Os fisioterapeutas são especialistas no desenvolvimento e manutenção da capacidade das pessoas para se moverem e funcionarem ao longo das suas vidas. Com conhecimentos avançados sobre o corpo, como ele se move e o que o impede de se mover bem, os fisioterapeutas promovem o bem-estar, mobilidade e independência. Tratam e previnem muitos problemas causados pela dor, invalidez, incapacidade e doença, lesões relacionadas com o desporto e trabalho, envelhecimento e longos períodos de inactividade.
Os fisioterapeutas são formados ao longo de vários anos, o que lhes dá um conhecimento completo dos sistemas corporais e a capacidade para tratar uma ampla gama de problemas. Esta formação é a nível do ensino superior, a um nível que permite aos fisioterapeutas ter um exercício independente. A formação contínua assegura que estes se mantenham actualizados com os últimos avanços na investigação e prática clínica. Muitos fisioterapeutas estão eles próprios envolvidos em investigação.
Sobre o Dia Mundial da Fisioterapia
O Dia Mundial da Fisioterapia dá-se a 8 de Setembro todos os anos e é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo para aumentarem a visibilidade da profissão e melhorar a consciencialização do seu papel que é crucial na manutenção do bem-estar, mobilidade e independência das pessoas. O dia foi estabelecido pela Confederação Mundial de Fisioterapia em 1996 e marca a data em que esta foi fundada.
Sobre a Confederação Mundial de Fisioterapia
A Confederação Mundial de Fisioterapia é o corpo global da profissão, representando mais de 350 000 fisioterapeutas de organizações membro em 106 países. Para mais informações vá a www.wcpt.org.
from: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95828&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Dia-8-de-Setembro-de-11-Dia-mundial-da
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Nota de esclarecimento - Quiropraxia
Alerta a População Brasileira!
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) comunica a população brasileira que, a profissão de Quiropraxia não se encontra regulamentada em nosso País como profissão de nível superior da área da Saúde.
O exercício profissional da Quiropraxia por indivíduos que realizaram cursos de graduação em Quiropraxia é considerado no mundo jurídico, como exercício ilegal da profissão de fisioterapia, tendo em vista tratar-se de prática própria do profissional FISIOTERAPEUTA segundo dispõe o Decreto-Lei 938/69, além de que a sua entidade maior de representação (COFFITO) a reconhece, inclusive, como área de atuação do Fisioterapeuta e como especialidade profissional.
Afirmamos ainda, nossa posição contrária a oferta de cursos de graduação em Quiropraxia e sugerimos a imprensa em geral, que quando necessário, consultem as sociedades científicas e ou entidades de classe, para que as mesmas indiquem profissionais devidamente habilitados para participarem de programas de entrevista, de educação em saúde ou de interesse público, no intuito de evitar distorções da realidade.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Planos de saúde são problema antigo do consumidor
Os problemas na Saúde deixaram de ser exclusivos da rede pública. Os brasileiros que têm condições de arcar com planos de saúde também têm enfrentado transtornos nos últimos tempos – sobretudo pela guerra instaurada entre os médicos e as operadoras, que já resultou, inclusive, em uma paralisação do atendimento aos pacientes de planos em São Paulo. Nos últimos 11 anos, os planos de saúde lideram o ranking de reclamações do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Cansados de protestar, profissionais e instituições gabaritadas recusam-se, em número crescente, a compor as redes das operadoras. Os valores dos planos, que não são baratos, continuarão a subir; enquanto a qualidade, que já deixa a desejar, pode piorar. O problema está se tornando cada vez mais grave, mas não é um fenômeno atual. Reportagem de VEJA de 1988 já trazia indícios de que os brasileiros ainda viriam a reclamar de seus planos durante muitos anos.
Em VEJA de 7/12/1988: Crédito na enfermaria
Anunciados de forma colorida e agitada em campanhas de publicidade, os planos de saúde que prometem a seus associados uma assistência médica de bom nível a preços módicos estão sob os focos das patrulhas de consumidores. Nada mais natural quando se trata a saúde como uma mercadoria oferecida a preços de ocasião de casa em casa. As queixas surgem de todos os lados. Ora são os custos, quando os carnês são reajustados acima dos índices de inflação, ora é o não pagamento de doenças que se acreditava estarem cobertas pelos planos, ou as reclamações contra a má qualidade dos serviços e a demora no atendimento. Espremida entre as exigências e as surpresas das empresas que vendem esses planos, os custos astronômicos da medicina particular e o que acredita ser a falência da saúde pública, à classe média brasileira vem sobrando o direito de reclamar. O número de queixas só tende a crescer na medida em que as famílias aderem em levas crescentes à medicina a crédito. O tipo mais popular dessa assistência se chama medicina de grupo e engloba empresas como Golden Cross, líder do mercado, Amil, Interclínicas, Amico e Medial. São quase 14 milhões de brasileiros associados a uma das 300 empresas de medicina de grupo do país. Essas empresas tratam da saúde de 15% dos segurados do Inamps, ou 25% de toda a força de trabalho do país, num movimento que, só no ano passado, foi responsável por 52 milhões de consultas médicas – o que equivale a dar consulta médica a um em cada dois brasileiros pelo menos uma vez ao ano.
O que aconteceu depois
Mais de vinte anos depois, o mercado de planos de saúde segue alvo de reclamações, embora tenha passado por alterações. A mais recente delas foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de junho: os planos passaram a ser obrigados a cumprir prazos para o agendamento de consultas. A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – responsável por fiscalizar as operadoras de saúde do país -limita a sete dias o prazo para a realização de consultas básicas, como pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia. Já o agendamento para consultas com fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisiotepêutas e atendimento em regime de hospital-dia devem ser feitos em até 10 dias. Para as demais especialidades, o prazo é de 14 dias. Consultas com cirurgião dentista também devem ser marcadas em até sete dias.
Em janeiro de 2009 entraram em vigor novas regras a respeito da portabilidade de carências. A resolução estabelece que contratantes de planos individuais e familiares assinados ou adaptados a partir de 1999 mudem de operadora sem ter de enfrentar um novo período de carência. Mecanismo criado pelo setor de seguros e incorporado pelo mercado de medicina suplementar, a carência consiste em prazos para que o consumidor faça uso de certos serviços contratados. Ainda que seja um avanço na questão, para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a proposta da ANS é limitada, pois não contempla os usuários de planos antigos nem os de planos coletivos, que, juntos, representam 87% do mercado. E porque restringe o acesso à portabilidade ao mês de aniversário do contrato e a consumidores que ficarem numa mesma operadora por pelo menos dois anos.
A portabilidade também só será possível entre planos de uma mesma faixa de preço – ou se o consumidor estiver migrando para um serviço mais barato – e entre planos sejam equivalentes. A classificação ainda será feita pela ANS. Com isso, o objetivo da agência, que seria o de estimular a concorrência, propiciando ganhos para o consumidor, ficaria enfraquecido. A questão da carência vinha sendo discutida desde 1998, ano que foi um marco das mudanças no setor de saúde suplementar. Foi em 1998 que se editou a Lei 9.656/98, ponto final de uma década de negociações no Congresso Nacional, iniciadas com a Constituição de 1988. A lei determina de que modo o estado deve regular a participação da iniciativa privada no sistema de saúde, que até então corria praticamente solta, como afirma a reportagem de VEJA. Em janeiro de 2000, uma nova lei, de número 9.961, criou a ANS, encarregada de regular o setor. Ainda assim, as mudanças não aplacaram a fúria do consumidor. Parte das reclamações diz respeito aos reajustes praticados sobre esses planos.
De acordo com o Idec, o reajuste de mensalidades é permitido, mas deve seguir certas regras. A primeira é que o critério usado para o reajuste esteja previsto de maneira clara no contrato – e não em letras minúsculas, como as denunciadas pela reportagem de 1988. Outra regra diz respeito à periodicidade dos reajustes: devem ser feitos a cada 12 meses, pelo menos (na data de aniversário do contrato). Apesar dessa norma, muitos planos sofrem “reajustes técnicos” fora do prazo. Os reajustes dos contratos individuais e familiares novos – aqueles firmados depois da Lei 9.656/98 – precisam ser aprovados pela ANS. A consumidores com contratos antigos, anteriores à lei de 1998, o Idec recomenda usar o teto estabelecido pela agência como parâmetro para saber se o aumento imposto é ou não abusivo. Os índices oficiais de inflação relativos aos 12 meses que antecedem o reajuste também devem ser usados para verificar abusos. Em teoria, o reajuste anual serve para repor perdas com a inflação, mas é comum haver aumentos acima do IPCA, o índice oficial da inflação ao consumidor. Também é comum, por isso, haver descontentamento.
Outra alteração recente do setor aconteceu em 2010, com a entrada em vigor do novo rol do mínimo que as empresas devem ofertar para contratos assinados a partir de 1999 – 43,7 milhões de brasileiros passaram a ter acesso a novos procedimentos médicos incluídos na cobertura obrigatória dos planos de saúde, entre eles o PET-scan, exame de imagem para detecção precoce de tumores. A lista não impede o usuário de reivindicar tratamentos necessários e não incluídos. As novas coberturas, porém, trazem limitações. No caso do PET-scan, por exemplo, o exame só poderá ser usado para suspeita de linfoma e câncer pulmonar. A inclusão dos 73 novos procedimentos obrigatórios não encerra ainda o debate entre operadoras e consumidores sobre os valores e a extensão da cobertura dos planos. Há, porém, outras queixas ligadas ao setor. Elas dizem respeito às falhas na regulação, à redução na oferta de planos individuais, à sobrevivência dos planos antigos e às interferências dos planos de saúde no trabalho dos médicos. Para mais orientações sobre planos, o consumidor deve procurar o Idec ou a ANS.
From:http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/saude/em-dia-planos-de-saude-sao-problema-antigo-do-consumidor/
Em VEJA de 7/12/1988: Crédito na enfermaria
Anunciados de forma colorida e agitada em campanhas de publicidade, os planos de saúde que prometem a seus associados uma assistência médica de bom nível a preços módicos estão sob os focos das patrulhas de consumidores. Nada mais natural quando se trata a saúde como uma mercadoria oferecida a preços de ocasião de casa em casa. As queixas surgem de todos os lados. Ora são os custos, quando os carnês são reajustados acima dos índices de inflação, ora é o não pagamento de doenças que se acreditava estarem cobertas pelos planos, ou as reclamações contra a má qualidade dos serviços e a demora no atendimento. Espremida entre as exigências e as surpresas das empresas que vendem esses planos, os custos astronômicos da medicina particular e o que acredita ser a falência da saúde pública, à classe média brasileira vem sobrando o direito de reclamar. O número de queixas só tende a crescer na medida em que as famílias aderem em levas crescentes à medicina a crédito. O tipo mais popular dessa assistência se chama medicina de grupo e engloba empresas como Golden Cross, líder do mercado, Amil, Interclínicas, Amico e Medial. São quase 14 milhões de brasileiros associados a uma das 300 empresas de medicina de grupo do país. Essas empresas tratam da saúde de 15% dos segurados do Inamps, ou 25% de toda a força de trabalho do país, num movimento que, só no ano passado, foi responsável por 52 milhões de consultas médicas – o que equivale a dar consulta médica a um em cada dois brasileiros pelo menos uma vez ao ano.
O que aconteceu depois
Mais de vinte anos depois, o mercado de planos de saúde segue alvo de reclamações, embora tenha passado por alterações. A mais recente delas foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de junho: os planos passaram a ser obrigados a cumprir prazos para o agendamento de consultas. A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – responsável por fiscalizar as operadoras de saúde do país -limita a sete dias o prazo para a realização de consultas básicas, como pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia. Já o agendamento para consultas com fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisiotepêutas e atendimento em regime de hospital-dia devem ser feitos em até 10 dias. Para as demais especialidades, o prazo é de 14 dias. Consultas com cirurgião dentista também devem ser marcadas em até sete dias.
Em janeiro de 2009 entraram em vigor novas regras a respeito da portabilidade de carências. A resolução estabelece que contratantes de planos individuais e familiares assinados ou adaptados a partir de 1999 mudem de operadora sem ter de enfrentar um novo período de carência. Mecanismo criado pelo setor de seguros e incorporado pelo mercado de medicina suplementar, a carência consiste em prazos para que o consumidor faça uso de certos serviços contratados. Ainda que seja um avanço na questão, para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a proposta da ANS é limitada, pois não contempla os usuários de planos antigos nem os de planos coletivos, que, juntos, representam 87% do mercado. E porque restringe o acesso à portabilidade ao mês de aniversário do contrato e a consumidores que ficarem numa mesma operadora por pelo menos dois anos.
A portabilidade também só será possível entre planos de uma mesma faixa de preço – ou se o consumidor estiver migrando para um serviço mais barato – e entre planos sejam equivalentes. A classificação ainda será feita pela ANS. Com isso, o objetivo da agência, que seria o de estimular a concorrência, propiciando ganhos para o consumidor, ficaria enfraquecido. A questão da carência vinha sendo discutida desde 1998, ano que foi um marco das mudanças no setor de saúde suplementar. Foi em 1998 que se editou a Lei 9.656/98, ponto final de uma década de negociações no Congresso Nacional, iniciadas com a Constituição de 1988. A lei determina de que modo o estado deve regular a participação da iniciativa privada no sistema de saúde, que até então corria praticamente solta, como afirma a reportagem de VEJA. Em janeiro de 2000, uma nova lei, de número 9.961, criou a ANS, encarregada de regular o setor. Ainda assim, as mudanças não aplacaram a fúria do consumidor. Parte das reclamações diz respeito aos reajustes praticados sobre esses planos.
De acordo com o Idec, o reajuste de mensalidades é permitido, mas deve seguir certas regras. A primeira é que o critério usado para o reajuste esteja previsto de maneira clara no contrato – e não em letras minúsculas, como as denunciadas pela reportagem de 1988. Outra regra diz respeito à periodicidade dos reajustes: devem ser feitos a cada 12 meses, pelo menos (na data de aniversário do contrato). Apesar dessa norma, muitos planos sofrem “reajustes técnicos” fora do prazo. Os reajustes dos contratos individuais e familiares novos – aqueles firmados depois da Lei 9.656/98 – precisam ser aprovados pela ANS. A consumidores com contratos antigos, anteriores à lei de 1998, o Idec recomenda usar o teto estabelecido pela agência como parâmetro para saber se o aumento imposto é ou não abusivo. Os índices oficiais de inflação relativos aos 12 meses que antecedem o reajuste também devem ser usados para verificar abusos. Em teoria, o reajuste anual serve para repor perdas com a inflação, mas é comum haver aumentos acima do IPCA, o índice oficial da inflação ao consumidor. Também é comum, por isso, haver descontentamento.
Outra alteração recente do setor aconteceu em 2010, com a entrada em vigor do novo rol do mínimo que as empresas devem ofertar para contratos assinados a partir de 1999 – 43,7 milhões de brasileiros passaram a ter acesso a novos procedimentos médicos incluídos na cobertura obrigatória dos planos de saúde, entre eles o PET-scan, exame de imagem para detecção precoce de tumores. A lista não impede o usuário de reivindicar tratamentos necessários e não incluídos. As novas coberturas, porém, trazem limitações. No caso do PET-scan, por exemplo, o exame só poderá ser usado para suspeita de linfoma e câncer pulmonar. A inclusão dos 73 novos procedimentos obrigatórios não encerra ainda o debate entre operadoras e consumidores sobre os valores e a extensão da cobertura dos planos. Há, porém, outras queixas ligadas ao setor. Elas dizem respeito às falhas na regulação, à redução na oferta de planos individuais, à sobrevivência dos planos antigos e às interferências dos planos de saúde no trabalho dos médicos. Para mais orientações sobre planos, o consumidor deve procurar o Idec ou a ANS.
From:http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/saude/em-dia-planos-de-saude-sao-problema-antigo-do-consumidor/
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Coffito proíbe a venda de serviços em sites de compras coletivas
A venda de pacotes de serviços de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, por meio de sites de compras coletivas foi proibida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (24). Até o momento, não foi registrado nenhuma morte ou problema de saúde grave devido à venda indiscriminada dos serviços. No entanto, a ideia é fazer um trabalho preventivo.
A Resolução Nº 391, de 18 de agosto de 2011, alerta que nessas ofertas os usuários podem adquirir um procedimento sem a avaliação de um profissional. Segundo o presidente do Coffito, Roberto Cepeda, a comercialização desses pacotes sem diagnóstico pode pôr em risco a saúde dos indivíduos. “É uma questão de saúde. O profissional deve fazer primeiro uma avaliação e, só depois, indicar o tratamento mais adequado”, explica.
Entre os tipos mais comuns de tratamentos oferecidos nos sites de vendas coletivas estão a drenagem linfática, radiofrequência e a aplicação de Manthus. A fiscalização será realizada pelos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefitos) e por meio de denúncias. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Como é a profissão de um cientista?
Recebo inúmeros email de jovens que querem saber como é ser um pesquisador, que faculdade deve cursar, quais são as opções profissionais, qual é o salário de um cientista e assim vai….. Como eu sou totalmente apaixonada pelo o que faço, reconheço que não tenho uma visão muito “imparcial”. Acho o máximo ser cientista. Trabalhei muitos anos sem ganhar absolutamente nada. Simplesmente por paixão pela ciência, pela genética. Hoje, já ouvi alunos perguntarem quanto vão ganhar antes mesmo de começar um estágio. Não preciso nem dizer que comigo não será. O meu orientador, o fantástico professor Oswaldo Frota-Pessoa - que faleceu o ano passado aos 92 anos – dizia que devíamos ser felizes por poder fazer o que gostávamos. Bolsa? Salário? Era uma coisa totalmente secundária para ele. Mas e os jovens cientistas de hoje, o que pensam? Aqui vai o depoimento de uma jovem, que foi minha aluna desde a iniciação científica e hoje é uma recém-doutora: Natassia Vieira.
O que pensa a jovem doutora Natassia?
Ser pesquisador não é uma profissão, é uma escolha de vida. Um pesquisador dificilmente irá conseguir fazer um planejamento de sua carreira: a partir de tal ponto vou “atuar” profissionalmente, usar o que aprendi durante minha graduação. Na pesquisa a graduação é só o começo de um eterno aprendizado. O que pode ser encantador para quem gosta e um tanto perturbador para muitas pessoas. Porém o mais importante em fazer pesquisa é gostar!
Com a crescente popularidade da profissão e a grande exposição na imprensa, muitos jovens querem ser pesquisadores. O que responder quando alguém pergunta: que faculdade devo fazer para ser pesquisador? Se quer ser engenheiro é fácil: engenharia. Médico? Medicina. Mas e pesquisador? Teoricamente qualquer faculdade, mas o pré-requisito básico é: CURIOSIDADE. Pesquisador não tem horário de trabalho, não bate cartão, não tem final de semana; vai sempre levar trabalho para casa, porque não é possivel tirar o cérebro e deixar na mesa do escritório e voltar a trabalhar com ele só no dia seguinte.
Obviamente o que os pesquisadores aprenderam durante a graduação é de muita importância como base na sua carreira científica, e por isso se, por exemplo, seu sonho for pesquisar a extinção de uma espécie de besouro do cerrado é mais conveniente que você faça biologia e o mesmo se aplica para outras áreas.
Mas fazer somente uma faculdade não é suficiente, vamos tomar como exemplo um biólogo. Durante a faculdade é importante realizar estágios em laboratórios. Nesta fase que você vai poder testar várias áreas, adquirir experiência em algumas técnicas, vai aprender a planejar experimentos, a ter boas condutas de laboratório, ler artigos científicos, a ser crítico, a ser criticado, e o mais importante, vai aprender com seus erros. Eu, por exemplo, entrei na biologia porque queria estudar tartarugas marinhas, mas no início da graduação descobri que o que eu gostava mesmo era de genética humana!
O bom é que, uma vez preenchido o pré-requisito curiosidade, você tem um mundo de opções! Escolher o laboratório onde fazer estágio é uma etapa importante. Selecione alguns na área que tem interesse, leia sobre a pesquisa de cada um dos pesquisadores e use sua “cara de pau”. Mande emails, telefone, bata na porta do laboratório. Normalmente os grandes pesquisadores não têm tempo de atender aos inúmeros pedidos de estágio, por isso é importante se destacar… Esta etapa não é facil, mas o que conta mesmo é sua perseverança. Se for mandar um email, não use a grafia que você usa no facebook ou no orkut. Isso pode desqualificá-lo logo de cara. Escreva corretamente, cause uma boa impressão.
Depois de se formar na faculdade o profissional poderá escolher seguir a “carreira acadêmica”, que se inicia com a pós-graduação. A pós-graduação pode ser composta de um mestrado (3 anos) mais um doutorado (3 anos), somente um mestrado ou de um doutorado-direto (5 anos). A maioria das universidades contrata pesquisadores que tenham no mínimo um título de doutor. O doutorado-direto é possivel para aqueles que tenham uma experiência acadêmica, comprovada por publicações, conquistada durante o período de graduação (lembre-se do estágio) que justifique a ausência de um mestrado. Agora sim, é importante escolher bem o laboratório que irá realizar a pós-graduação, algumas pessoas ficam no mesmo laboratório que realizaram o estágio, outras mudam. Os critérios de escolha variam, mas certamente após um bom estágio é possivel ter conhecimento suficiente para fazer esta escolha.
Durante toda sua vida acadêmica é muito importante a publicação de artigos em revistas reconhecidas de sua área. Estes artigos servem como uma comprovação de que sua pesquisa é de qualidade,avaliada e reconhecida, muitas vezes, internacionalmente. Estas publicações são a parte mais importante do currículo de um pesquisador.
As agências de fomento podem pagar sua bolsa durante todo este período. Existem muitas agências que oferecem bolsas de vários níveis, incluindo Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e pós-Doutorado. A maior parte das agências realiza uma seleção, por mérito, para distribuição das bolsas. Nesta seleção são avaliados o currículo do candidato e orientador assim como o projeto. O valor das bolsas não é alto, mas se você gostar do que faz isso é o de menos. Lembre-se que nos Estados Unidos um aluno paga para fazer um Mestrado ou um Doutorado e aqui você ganha para estudar. Um enorme privilégio.
É muito importante deixar claro que a pesquisa acadêmica não é a única opção. Vem crescendo muito a demanda por profissionais que tenham experiência em pesquisa. Por isso é possivel fazer pesquisa em empresas privadas! Não existe uma receita para ser pesquisador. Conheço inúmeras histórias de sucesso, algumas muito diferentes das outras. É importante saber que esta profissão é muito recompensadora e que é acessível para qualquer pessoa.
Por Mayana Zatz
from: http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/como-e-a-profissao-de-um-cientista/
O que pensa a jovem doutora Natassia?
Ser pesquisador não é uma profissão, é uma escolha de vida. Um pesquisador dificilmente irá conseguir fazer um planejamento de sua carreira: a partir de tal ponto vou “atuar” profissionalmente, usar o que aprendi durante minha graduação. Na pesquisa a graduação é só o começo de um eterno aprendizado. O que pode ser encantador para quem gosta e um tanto perturbador para muitas pessoas. Porém o mais importante em fazer pesquisa é gostar!
Com a crescente popularidade da profissão e a grande exposição na imprensa, muitos jovens querem ser pesquisadores. O que responder quando alguém pergunta: que faculdade devo fazer para ser pesquisador? Se quer ser engenheiro é fácil: engenharia. Médico? Medicina. Mas e pesquisador? Teoricamente qualquer faculdade, mas o pré-requisito básico é: CURIOSIDADE. Pesquisador não tem horário de trabalho, não bate cartão, não tem final de semana; vai sempre levar trabalho para casa, porque não é possivel tirar o cérebro e deixar na mesa do escritório e voltar a trabalhar com ele só no dia seguinte.
Obviamente o que os pesquisadores aprenderam durante a graduação é de muita importância como base na sua carreira científica, e por isso se, por exemplo, seu sonho for pesquisar a extinção de uma espécie de besouro do cerrado é mais conveniente que você faça biologia e o mesmo se aplica para outras áreas.
Mas fazer somente uma faculdade não é suficiente, vamos tomar como exemplo um biólogo. Durante a faculdade é importante realizar estágios em laboratórios. Nesta fase que você vai poder testar várias áreas, adquirir experiência em algumas técnicas, vai aprender a planejar experimentos, a ter boas condutas de laboratório, ler artigos científicos, a ser crítico, a ser criticado, e o mais importante, vai aprender com seus erros. Eu, por exemplo, entrei na biologia porque queria estudar tartarugas marinhas, mas no início da graduação descobri que o que eu gostava mesmo era de genética humana!
O bom é que, uma vez preenchido o pré-requisito curiosidade, você tem um mundo de opções! Escolher o laboratório onde fazer estágio é uma etapa importante. Selecione alguns na área que tem interesse, leia sobre a pesquisa de cada um dos pesquisadores e use sua “cara de pau”. Mande emails, telefone, bata na porta do laboratório. Normalmente os grandes pesquisadores não têm tempo de atender aos inúmeros pedidos de estágio, por isso é importante se destacar… Esta etapa não é facil, mas o que conta mesmo é sua perseverança. Se for mandar um email, não use a grafia que você usa no facebook ou no orkut. Isso pode desqualificá-lo logo de cara. Escreva corretamente, cause uma boa impressão.
Depois de se formar na faculdade o profissional poderá escolher seguir a “carreira acadêmica”, que se inicia com a pós-graduação. A pós-graduação pode ser composta de um mestrado (3 anos) mais um doutorado (3 anos), somente um mestrado ou de um doutorado-direto (5 anos). A maioria das universidades contrata pesquisadores que tenham no mínimo um título de doutor. O doutorado-direto é possivel para aqueles que tenham uma experiência acadêmica, comprovada por publicações, conquistada durante o período de graduação (lembre-se do estágio) que justifique a ausência de um mestrado. Agora sim, é importante escolher bem o laboratório que irá realizar a pós-graduação, algumas pessoas ficam no mesmo laboratório que realizaram o estágio, outras mudam. Os critérios de escolha variam, mas certamente após um bom estágio é possivel ter conhecimento suficiente para fazer esta escolha.
Durante toda sua vida acadêmica é muito importante a publicação de artigos em revistas reconhecidas de sua área. Estes artigos servem como uma comprovação de que sua pesquisa é de qualidade,avaliada e reconhecida, muitas vezes, internacionalmente. Estas publicações são a parte mais importante do currículo de um pesquisador.
As agências de fomento podem pagar sua bolsa durante todo este período. Existem muitas agências que oferecem bolsas de vários níveis, incluindo Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e pós-Doutorado. A maior parte das agências realiza uma seleção, por mérito, para distribuição das bolsas. Nesta seleção são avaliados o currículo do candidato e orientador assim como o projeto. O valor das bolsas não é alto, mas se você gostar do que faz isso é o de menos. Lembre-se que nos Estados Unidos um aluno paga para fazer um Mestrado ou um Doutorado e aqui você ganha para estudar. Um enorme privilégio.
É muito importante deixar claro que a pesquisa acadêmica não é a única opção. Vem crescendo muito a demanda por profissionais que tenham experiência em pesquisa. Por isso é possivel fazer pesquisa em empresas privadas! Não existe uma receita para ser pesquisador. Conheço inúmeras histórias de sucesso, algumas muito diferentes das outras. É importante saber que esta profissão é muito recompensadora e que é acessível para qualquer pessoa.
Por Mayana Zatz
from: http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/como-e-a-profissao-de-um-cientista/
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Prêmio Mérito Acadêmico 2011.1
Na noite do dia 11 de agosto, aconteceu mais uma edição do prêmio Mérito Acadêmico, que todo semestre contempla os três melhores alunos de cada um dos cursos presenciais de graduação bacharelado e graduação tecnológica dos Campi Salvador e Feira de Santana. Os vencedores receberão certificado de reconhecimento ao mérito em cerimônia que será realizada na quinta-feira, data em que se comemora o Dia do Estudante. “O prêmio é uma forma de incentivo e reconhecimento do desempenho do estudante. Também representa o quanto a UNIFACS valoriza a excelência e, nesta perspectiva, reafirma o seu compromisso com a qualidade do ensino”, afirma a pró-reitora de Graduação, professora Fátima Ferreira.
Premiado na última edição, o estudante de Psicologia Filinto Coelho exalta a importância do grupo para o bom rendimento acadêmico. “Na UNIFACS, somos estimulados a pensar na ética entre colegas, na importância do coletivo. Por isso, o prêmio é resultado do meu esforço somado ao papel do grupo em minha jornada de formação”, declara. A classificação é feita com base no desempenho geral dos alunos naquele semestre e no todo. Além de honrados, os vencedores receberam benefício financeiro nas mensalidades de 2011.2. A cerimônia do Mérito Acadêmico aconteceu no auditório do Campus Iguatemi, as 19h.
O curso de Fisioterapia foi belamente representado pelas alunas HELIONARA BASTOS MOREIRA DA SILVA, JANA SANTOS HAMBURGO e QUÉCIA RIOS SANTOS
Premiado na última edição, o estudante de Psicologia Filinto Coelho exalta a importância do grupo para o bom rendimento acadêmico. “Na UNIFACS, somos estimulados a pensar na ética entre colegas, na importância do coletivo. Por isso, o prêmio é resultado do meu esforço somado ao papel do grupo em minha jornada de formação”, declara. A classificação é feita com base no desempenho geral dos alunos naquele semestre e no todo. Além de honrados, os vencedores receberam benefício financeiro nas mensalidades de 2011.2. A cerimônia do Mérito Acadêmico aconteceu no auditório do Campus Iguatemi, as 19h.
O curso de Fisioterapia foi belamente representado pelas alunas HELIONARA BASTOS MOREIRA DA SILVA, JANA SANTOS HAMBURGO e QUÉCIA RIOS SANTOS
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