segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Saúde lança consulta pública para o aprimoramento da assistência a pacientes com AVC

Ministério da Saúde


Documento está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, dia mundial de combate à doença que, só em 2008, resultou em mais de 70 mil óbitos no país

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de mortes no Brasil entre os óbitos por doenças cerebrovasculares, com 70.232 óbitos registrados em 2008, e a principal causa de incapacidade no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Com o objetivo de aprimorar a assistência aos pacientes com diagnóstico de AVC – para a redução de sequelas e óbitos – o Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (29), consulta pública para a análise de protocolo clínico sobre o atendimento a pacientes com a doença.

O documento (“Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – Trombólise no Acidente Vascular Encefálico Isquêmico Agudo”) consta da Consulta Pública 39, publicada no Diário Oficial da União de hoje – Dia Mundial de Combate ao AVC. O texto – inédito nesta área – foi elaborado por especialistas do Ministério da Saúde e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (referência no atendimento a pacientes com AVC) e ficará aberto a contribuições pelo período de 30 dias.

O protocolo foi produzido no formato de “manual”. A ideia é orientar a conduta dos profissionais de saúde sobre diagnóstico e tratamento clínico, além de estabelecer procedimentos para a assistência aos pacientes nos hospitais. “Ao elaborar este protocolo estamos padronizando e qualificando o atendimento aos pacientes com AVC. Além da orientação dos profissionais de saúde, o documento tem a finalidade de incentivar o uso racional de medicamentos para uma maior segurança e eficácia no tratamento dos doentes”, explica o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.

Uma das orientações que constam do protocolo submetido à consulta pública é a utilização do medicamento Alteplase. Estudos científicos demonstram que, se administrado até quatro horas após o início dos sintomas, o medicamento pode reduzir em até 30% os riscos de sequelas em pacientes que tiveram AVC.

O Alteplase age rapidamente na dissolução de coágulos que interrompem o fluxo sanguíneo no cérebro e ajuda a reduzir complicações comuns em casos de AVC isquêmico, como paralisia e déficit de fala. “A utilização deste medicamento representa uma alternativa de tratamento, que, se administrado da forma correta, reduz seqüelas e possibilita maior qualidade de vida aos pacientes”, observa Alberto Beltrame.

A expectativa do Ministério da Saúde é que essas novas diretrizes terapêuticas já comecem a ser aplicadas pelas unidades de saúde no início do próximo ano. Com este protocolo sobre AVC, serão 62 doenças cujos protocolos foram revisados ou elaborados a partir de 2009. Dos 40 já publicados, 33 integram a primeira edição do livro “Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas”, lançado pelo Ministério da Saúde no início deste mês. O segundo volume da publicação deverá ser publicado até dezembro.

DOENÇA – O AVC é classificado como hemorrágico e isquêmico, sendo o isquêmico o mais freqüente, representando 85% dos casos. Ambos são caracterizados pela perda rápida de função neurológica, decorrente do entupimento (isquêmico) ou rompimento (hemorrágico) de vasos sanguíneos cerebrais.

O AVC tem diferentes causas variadas: malformação arterial cerebral (aneurisma), hipertensão arterial, cardiopatia e tromboembolia. O diagnóstico é obtido por meio de exames de imagem, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Esses testes permitem ao médico identificar a área do cérebro afetada e o tipo de AVC.

As doenças cerebrovasculares – grupo no qual está incluído o Acidente Vascular Cerebral (popularmente conhecido como derrame) – representam a principal causa de morte no país. O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, no ano passado, 169.453 internações por AVC. Só em 2009, foram investidos R$ 189,6 milhões para o tratamento clínico destes pacientes.

ASSISTÊNCIA – Na rede pública de saúde, a assistência a pacientes com diagnóstico de AVC é prestada por hospitais que possuem atendimento de urgência. Eles contam com UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) e exames de tomografia computadorizada, além de neurologistas e neurocirurgiões.

Além de ampliar o tratamento, o Ministério da Saúde trabalha para tornar cada vez mais rápido o diagnóstico de AVC e de outras doenças que necessitam de atendimento de emergência. O número de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), por exemplo, passará de 1.535 (2009) para mais de 3,8 mil até o final do ano, ampliando o atendimento para cerca de 160 milhões de pessoas, o equivalente a 85% da população.

“Já estamos promovendo um grande salto na expansão do SAMU justamente para tornar ainda mais ágil a assistência aos pacientes que necessitam de atendimento rápido, como é o caso de vítimas de AVC”, desta o secretário Alberto Beltrame.

PREVENÇÃO – Outra frente de atuação do Ministério da Saúde são as ações de prevenção a doenças. Um dos principais fatores de risco para AVC é a hipertensão (pressão alta). A Sociedade Brasileira de Hipertensão, por exemplo, considera que 40% das mortes por Acidente Vascular Cerebral podem ser atribuídas à hipertensão – que, segundo estudo do ministério (Vigitel/2009), atinge 24,4% da população adulta.

Atento a este cenário, o governo federal lançou, no último mês de abril, campanha nacional de prevenção à hipertensão, incentivando a população a se prevenir contra a doença a partir de ações simples que devem ser tomadas no dia a dia. Entre elas, diminuir a quantidade de sal na comida, manter o peso adequado e praticar atividades físicas.

from: http://www.jeonline.com.br/editorias/saude/index.php?subaction=showfull&id=1288615245&archive=&start_from=&ucat=21

Reunião da SONAFE-Ba

sábado, 2 de outubro de 2010

Eleições!!!

 Esse é o momento de mantermos os modelos que acreditamos e modificar aqueles que não gostamos ou concordamos....é tempo de eleições!
 Participe deste que é o maior exercício de cidadania e vote de modo consciente! Escolha representantes que trabalhem para melhorar as condições de vida da população. E lembre-se que desta escolha resultará a qualidade dos serviços prestados em educação, transportes, saúde, segurança, habitação, economia...
 Você encontra, aqui no blog, um link para o portal da transparência Brasil que pode lhe ajudar a esclarecer alguns aspectos do seu candidato.
E lembre-se da máxima: Quem não gosta de política é governdo por quem gosta!

Representação da fisioterapia e da terapia ocupacional no CNPq

O fato de sermos eleitos pela comunidade científica os primeiros representantes das áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) transfere-nos grande honra e responsabilidade para a execução das tarefas de representação junto a esse órgão. Entendemos que demonstramos melhor nosso agradecimento por esse apoio se tornarmos nossas ações transparentes. Assim, gostaríamos de relatar parte de nossas experiências nestes primeiros meses de representação, não apenas para tornar algumas informações acessíveis, mas também para fornecer subsídios para que nossa comunidade possa usufruir mais dos auxílios oferecidos por essa agência de fomento.
A evolução do apoio à pesquisa nas áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional no CNPq foi bastante expressiva nos últimos dez anos para verbas destinadas a bolsas e fomento1. No entanto, quando observamos o crescimento da comunidade no mesmo período, verificamos que, em termos de pesquisadores fisioterapeutas com doutorado no sistema, houve um aumento de 700% e, entre os terapeutas ocupacionais, o número de doutores aumentou 350%2. Em outras palavras, conquistamos o apoio recebido com trabalho e organização, demonstrados pelo aumento de nossa demanda qualificada, e com ações de membros da comunidade junto ao próprio órgão, para a conquista de maiores montantes de verbas, bolsas e da própria representação – que era inexistente formalmente há quatro anos.
Observamos também que o número de oportunidades oferecidas pelo CNPq para captação de recursos, por meio de um número maior e mais variado de tipos de editais, aumentou nos últimos anos, sendo que a área da saúde foi particularmente bem aquinhoada. Exemplos disso são os editais em áreas básicas, como Saúde Pública e Geriatria, e o Edital Universal extra, que foi aberto por três anos consecutivos (2006 e 2008).
Paralelamente ao aumento de oportunidades, realizamos um trabalho sistemático para obtenção de maior percentual de verba e bolsas por meio de nosso comitê. Essa atividade teve início com a atuação do professor Dirceu Costa, em suas participações como suplente quando ainda não tínhamos representação formal, perseverou com a professora Armèle D. Andrade, em período precedente ao nosso, e segue conosco, nesta atual gestão.
Neste período, utilizamos como meios para obter a atenção do órgão para nossas áreas uma visita ao presidente do CNPq, ocorrida em setembro de 2007, em Ribeirão Preto; o envio de cartas à presidência (20/12/07, 11/1/08, 22/2/08, 25/2/08 e 20/3/08); e a confecção detalhada de relatórios efetuados sobre os editais julgados em 2007, empregando dados objetivos sobre nosso crescimento e demanda. Essa atuação explica, pelo menos em parte, o crescimento de 50% no número de bolsas de produtividade em pesquisa obtido no último julgamento em novembro de 2007.
No entanto, entendemos que é necessário perseverarmos nesta batalha para contarmos com o apoio deste órgão mais dirigido para as nossas áreas – batalha esta que deve ser travada por nós, no comitê, e pela comunidade, sobretudo por meio da apresentação de propostas qualificadas, do preenchimento correto dos currículos Lattes e da elaboração de pareceres justos e coerentes como contribuição à avaliação de projetos.
No que tange à avaliação das propostas apresentadas que, em parte, são julgadas pelo nosso comitê, parece pertinente relatar como é computada a pontuação geral para classificação das solicitações. Dentre outros documentos não pontuados, cada proposta é usualmente composta por um projeto e pelo currículo Lattes, com as informações "congeladas" pelo CNPq antes do julgamento. O currículo dos solicitantes é pontuado pelos membros do comitê, aplicando-se rigorosamente os critérios divulgados na página do CNPq. O projeto é avaliado também pelo comitê, que considera em sua análise os pareceres emitidos pelos consultores ad hoc. As avaliações do currículo e do projeto compõem a pontuação final, que irá permitir a classificação, por ordem decrescente de nota, de todos os participantes naquele edital. Os primeiros classificados são contemplados com os recursos e bolsas disponíveis. Para algumas chamadas, como para o Edital Universal por exemplo, existe o requisito de que um percentual do montante total (no último foi 30%) seja destinado a regiões em que a capacidade de pesquisa esteja menos consolidada (naquele caso, foram as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste). Para essas regiões, as propostas são também avaliadas por mérito, adotando-se o procedimento já descrito.
No que diz respeito à avaliação dos projetos por assessores ad hoc, gostaríamos de agradecer todo o trabalho que os bolsistas de produtividade em pesquisa realizam na emissão de pareceres. Reconhecemos que esse é um trabalho imenso, pois só no segundo semestre de 2007, 161 propostas foram julgadas nos Editais Produtividade e Universal – tivemos 50 solicitações para o primeiro e 111 para o segundo. Considerando que apenas os bolsistas produtividade podem emitir parecer para esses editais e que cada processo precisa de dois pareceristas, registramos a emissão de 322 pareceres por 29 bolsistas (11,1 processos para cada um, em média). Por esse motivo, nem sempre é possível respeitar a área de conhecimento de cada um, assim como não é possível que bolsistas em julgamento (no mesmo edital) possam ser dispensados de julgar as solicitações de colegas. Essa sobrecarga foi registrada em nosso Relatório Final ao CNPq, como mais uma justificativa para solicitarmos o aumento de bolsas.
Apesar de sabermos que a realização desse trabalho é uma obrigação nossa como bolsistas (bolsistas faltosos podem ter o pagamento da bolsa do mês seguinte ao julgamento suspenso), reconhecemos também que essa atividade é muito mais que uma simples obrigação: a avaliação por pares dá legitimidade ao processo de julgamento. Um parecer atento, coerente, isento e construtivo é tarefa imprescindível para dar precisão e justeza à análise das solicitações. Um aspecto positivo a ressaltar é que os pareceres dos projetos estiveram, em grande parte, concordantes entre si, o que sugere uma leitura similar entre os dois pareceristas do processo e aumenta a segurança no momento da emissão do parecer final. No entanto, registramos ainda alguns casos em que um parecerista avalia o projeto como excelente e o outro, como médio ou fraco, assim como casos em que todos os itens do projeto são considerados ótimos ou bons, mas a avaliação final é média ou fraca. Enfim, progressivamente, vamos evoluindo.
Gostaríamos também de comunicar algumas dificuldades que tivemos durante a análise dos currículos Lattes, recomendando que todos façam uma revisão cuidadosa das informações apresentadas, para evitar prejuízos em análises de solicitações futuras. Acreditamos que as observações apresentadas a seguir vão trazer clareza ao processo de análise de currículos. Os principais problemas encontrados, isto é, mais freqüentes, mas não exclusivos, foram referentes a:
  • publicações de artigos:
- duplicação de artigo: um artigo não deve aparecer mais de uma vez no Lattes do pesquisador. As repetições prejudicam a análise do currículo;
- listagem de outros trabalhos que não são artigos científicos completos: não devem ser listados como artigos completos publicações de uma ou duas páginas ou artigos não científicos, tais como cartas, editoriais etc.;
- listagem de artigos que ainda não foram efetivamente publicados: listar apenas aqueles artigos publicados, que tenham página inicial e final. Artigos submetidos, em revisão, no prelo etc., não devem ser listados. A única exceção são artigos disponibilizados on-line, desde que haja um link claro (ou DOI) para que o mesmo possa ser acessado e verificado facilmente. A exemplo de outras áreas, poderá ser efetuada uma busca virtual dos artigos completos listados, por amostragem, para checagem em cada edital;
  • livros e capítulos: apenas são considerados os livros e capítulos com descrição de ISBN e número de páginas;
  • orientações: não duplicar o relato de orientações (listar apenas um único aluno por orientação de Iniciação Científica (IC), mesmo quando o aluno tenha recebido bolsa por mais de um ano; apenas devem ser listados como mestrados e doutorados concluídos aqueles que, efetivamente, foram concluídos (com data de conclusão); apenas devem ser listados aqueles mestrados e doutorados orientados em programas stricto sensu recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); IC são orientações em que o aluno obteve bolsa de pesquisa; trabalhos de extensão ou trabalhos de conclusão de curso não podem ser listados como IC.
Finalmente, desejamos reconhecer a resposta que tivemos da comunidade, expressa pela submissão de muitas propostas qualificadas, o que irá contribuir para impulsionar a produção do conhecimento em nossa área em futuro próximo. Por meio de ações concretas da comunidade e do comitê, acreditamos que alcançaremos maior atenção e apoio do CNPq para as áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, para melhor consolidarmos nossa pesquisa e nossos programas de pós-graduação, capacitarmos pessoal qualificado em nível de graduação e pós-graduação e, conseqüentemente, fortalecermos nossa atuação profissional.

Helenice Jane Cote Gil Coury
Representante das Áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional no CNPq
Marisa Cotta Mancini
Representante Suplente das Áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional no CNPq

from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-35552008000300001&lang=pt 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mais um link de (grande) utilidade!

 Prezados Leitores, alunos e visitantes:
   Este blog se orgulha em disponibilizar para voces um link bastante interessante para alunos, profissionais da área da saúde, universitários, pais, enfim..um link útil! (http://conversandocomnery.wordpress.com/)
   Trata-se do blog do dr. Antônio Nery, Fundador e Coordenador geral do CETAD Faculdade de Medicina da Bahia/UFBA.
   Vejam só alguns dos temas (posts) disponíveis:
  • Porque os humanos usam drogas – II


  • Porque os humanos usam drogas – I

  • O DISCURSO DO PRESIDENTE LULA SOBRE DROGAS FOI ANTIGO E COMUM

  • RETRATO FAVELA: UM DOCUMENTÁRIO CORAJOSO

  • Embriaguem-se!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vestibular 2010.2 para o curso de Fisioterapia na melhor Universidade de Salvador

 

Fisioterapia pode reduzir depressão pós parto

Serotonina e ativação da área do cérebro responsável pelo afeto explicam a redução
Uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Fisioterapia e publicada na revista Physical Therapy, exercícios de fisioterapia podem reduzir as chances de depressão pós-parto. Para chegar a essa conclusão, a universidade recrutou 161 mulheres que tinham dado à luz recentemente. As participantes foram divididas aleatoriamente em três grupos.
O primeiro era composto por 62 delas, que se comprometeram a fazer com seus bebês, uma vez por semana durante dois meses, exercícios físicos orientados por um fisioterapeuta, além de cumprir 30 minutos de aula de educação parental com profissionais da saúde.

O segundo, com 73 voluntárias, recebeu apenas o material escrito de educação. O último, com 26, não teve qualquer intervenção. Todas as mulheres foram avaliadas no início do projeto, após oito semanas e, então, quatro meses mais tarde, tiveram que responder questionários sobre bem-estar, depressão e quantidade de exercícios físicos.
Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que houve melhoras significativas no bem-estar e de sintomas depressivos até o fim das análises no primeiro grupo em comparação com os outros.

O número de pacientes identificadas com chance de ter depressão pós-parto foi reduzido em 50%. Já nas que não receberam o acompanhamento fisioterapêutico, os índices não se alteraram.
Nas mães que receberam só as aulas de educação parental, houve pequena redução dos casos, apenas 5%, mas nada muito significativo.
Para os pesquisadores, isso acontece porque quando mãe e bebê praticam atividades físicas juntos compartilham sentimentos e ativam a área do cérebro responsável pelo afeto e produzem mais serotonina, causando mais prazer na convivência entre eles.

Porém, os médicos alertam para a importância da escolha certa de exercícios para não causar efeitos distintos.
Fonte: Minha Vida

terça-feira, 8 de junho de 2010

Fisioterapeuta projeta Ronaldo "pronto e enxuto" na volta do Brasileiro

Ronaldo não atua pelo Corinthians desde a estreia da equipe no Campeonato Brasileiro, no dia 9 de maio. De lá para cá, o principal astro da equipe convive com uma contusão na panturrilha. No entanto, o fisioterapeuta Bruno Mazziotti assegura que o atacante estará “pronto e enxuto” para o retorno da Série A, no dia 14 de julho.

“Assim que voltar, será aplicado todo um plano específico para ele, que está em fase final de recuperação. Essa parada [por causa da Copa do Mundo] foi boa. Tenho certeza que estará pronto para o jogo contra o Ceará [no dia 14 de julho], disse o fisioterapeuta à Rádio Globo.

De acordo com Bruno Mazziotti, o atacante estará “zerado” para o restante da temporada, incluindo seu peso, algo tão criticado durante o primeiro semestre. Recentemente, o próprio técnico Mano Menezes chegou a dizer que Ronaldo “precisava se cuidar”.

“Realmente, ele está mais enxuto. O Ronaldo vem mantendo um plano nutricional. Infelizmente, teve essa lesão na panturrilha. Mas todo o trabalho que será feito na intertemporada o ajudará bastante. Acredito que ele possa retornar nas condições apresentadas no ano passado”, concluiu.

Fonte:uol